
Há pessoas que fazem de tudo para chamar a atenção e ser o centro das atenções. Isso independe de idade, credo, posição social ou que seja, basta ser humano. E dessa turma pode surgir de tudo, sem medo de cometer algum tipo de injustiça ou ser leviano.
Há por aí, vários tipos, para todos os gostos, só escolher a qual se identifica e merece a sua atenção ou algum tipo de convivência. Alguns temos que suportar, por não ter opção ou escolha. Outros passam despercebidos, alguns são interessantes e sobram os que são apaixonantes.
E há os que gostam de aparecer a qualquer custo. Sentem o prazer de ser vistos, não importa se é de uma forma negativa. O que vale é ter os olhos alheios para si. No centro do Rio, num desses prédios onde abrigam várias empresas, acha-se um ser com essas características. Léo, um jovem rapaz, bonito, mas para por aí. Daí não surge nada de bom. Vive gritando, diz um monte de besteiras, dissimulado e sem postura alguma em um local de trabalho. Quem não dá lhe dá atenção, é defenestrado.
Não se sabe por que ele age, por puro prazer ou é um modo de proteção. Às vezes saí alguma faísca com quem não tem paciência ou não acha legal esse tipo de atitude. Lidar com o ser humano e suas idiossincrasia é saber andar em corda bamba.
| Daniel Filósofo |

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