Malditos Teclados Bailarinos -Post Mortem-

Em tempos de inteligência artificial

continuo valorizando a inteligência real

os que passam dias, meses e anos fazendo uma música, uma pintura, um desenho, uma pesquisa...

os que não procuram o caminho nais fácil, os que se recusam a se enquadrar na.zona de conforto, no comodisno estéril e vazio...

os que não querem se encaixar, que não querem fazer parte do nada absoluto, que não querem seguir rumo a alienação e ao emburrecimento contínuo ...

continuo admirando os que se opõem, que criam incômodos, questionam, perturbam a ordem imposta e tida pelos limitados e maus intencionados como a única forma possível...

os que não querem fazer parte, os que buscam alternativas, os que pensa com a própria cabeça...

os que não seguem receitas prontas de bolos mofados ou mapas que não levam a lugar nenhum...

os que não seguem a manada rumo ao abatedouro ou que caminham se entretendo rumo ao abismo

fingindo felicidade

distribuindo sorrisos pela terra da hipocrisia

acendendo vela para o deus falsidade


Fabio da Silva Barbosa


O escritor Fabio da Silva Barbosa, um dos membros mais antigos e ativos do ColetiveArts  (foi dele a coluna Malditos Teclados Bailarinos).Dono de um olhar cirúrgico, Fabio é um verdadeiro cronista do underground, caminha pelos becos e bares da vida, que depois transforma em textos que são verdadeiras pedradas nas janelas dos "donos da moral e dos bons costumes". Também é dele um dos maiores fanzines do Brasil, o seminal Reboco Caído.


"Quanto mais arte, menos violência. Quanto mais arte, mais consciência, menos ignorância."

COLETIVEARTS, 07 ANOS DE VIDA,
CONTANDO HISTÓRIAS, 
CRIANDO MUNDOS!
O COLETIVE DESEJA UM FELIZ NATAL E
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