DICAS DA SANDTECA

Acabei de reler 'Oscar e o Pan de 87' e estou impressionado. Eu lembro de ouvir falar desse jogo quando era pré-adolescente, não assisti na época, mas a repercussão era gigante. E agora, lendo a HQ, é como se eu tivesse vivido tudo de novo.

A Milena Azevedo fez um trabalho incrível em trazer a pressão, a emoção, o peso daquela camisa 14. Isaque Sagara fez o que deu na arte, apesar de não possuir detalhes mais caprichados, as expressões dão o recado. Eu me senti dentro da quadra, vendo o Oscar fazer história. Mas o que mais mexeu comigo foi dele sentindo o peso da responsabilidade, e a gente sabe o que vem depois. A virada, os 46 pontos... E aí, de repente, a gente lembra que ele não tá mais aqui.

Quando soube da morte do Oscar, dia 17 de abril de 2026, eu fiquei... Não sei, foi como se a ficha tivesse caído de um jeito diferente. Lendo a HQ, eu comecei a prestar atenção em detalhes que antes eu não via. Tipo, a forma como ele encarava a quadra, a determinação nos olhos... E aí eu pensei, 'é isso que faz um ídolo'.

A HQ me fez ver o Oscar de uma forma diferente. Ele não foi só um jogador de basquete, foi um cara que mostrou o que é ser gigante. E agora, sabendo que ele se foi, é como se eu tivesse perdido um pedaço da minha infância, sabe?

Mas ao mesmo tempo, é um lembrete de que o legado dele é imenso. A forma como ele inspirou gerações, como ele mudou o basquete brasileiro... Isso ninguém tira. E eu, como fã, sinto que preciso honrar isso, continuar contando a história dele, lembrar do que ele fez.

A HQ é um pedaço da história, e agora, com a morte do Oscar, é como se fosse um capítulo a mais. Um capítulo que a gente não queria escrever, mas que faz parte. E eu estou grato por ter lido, porque me fez ver o quanto ele foi importante, não só para o esporte, mas para as pessoas.



Sandman

Sandman  
é Professor da área de Linguagens e Códigos, Artista Plástico, Fotógrafo, Pesquisador de hqs e dono da Sandteca, uma Biblioteca de Gibis Localizada na Rua Raimundo Valmir Almeida, 59. B. Manoel Castro Filhocidade de Guaramiranga, Ceará.


"Quanto mais arte, menos violência. Quanto mais arte, mais consciência, menos ignorância."

COLETIVEARTS, SETE ANOS DE VIDA,
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