
Rainbow - Raising

Ritchie Blackmore tem a fama de ser um cara chato, mas igualmente a sua rabugice, é seu enorme talento e o fato de participar de duas bandas de enorme qualidade e trabalhar ao lado de dois primorosos vocalistas. Falo de Ian Gillan e Dio.
No Rainbow, Blackmore fez o que gostaria ter feito no Deep Purple, soar que o som tivesse uma pegada mais heavy metal. Ainda mais no último trabalho do Purple, em que Stormbringer, tinha uma pegada Funk e soul, influências da dupla Hughes/Coverdale, motivando sua saída da banda. No fim, foi, rendeu bons frutos e o público pode apreciar o trabalho do Rainbow.

Com o Dio nos vocais, a banda lançou três álbuns considerado clássicos e discografia obrigatória para quem curte Rock Roll. Em 1976, ao lado de nomes como o batera Cozy Powell, dispensa apresentações, Jimmy Barrey no baixo e no teclado Tony Carey. Uma banda bem afiada, fez um trabalho atemporal e de extrema qualidade.
A começar pela arte da capa, feita por Ken Kelly, tendo trabalhado com o Kiss e o Manowar, fez uma capa icônica. Distruido em 6 faixas, Rising é daqueles discos em que se ouve por inteiro, sem pressa, viajando ou não, mas apreciando da sua maneira. Tarot Woman abre os trabalhos mostrando o trabalho vigoroso de Tony Carey nos teclados e foi um cartão de visitas ao que estava a surgir. No lado A, a banda apresentou canções, digamos curtas e diretas. No outro lado da bolacha, dois sons longos, mas dois petardos. Stargazer tornou-se um hino da banda e mostrou a potência de Cozy Powell na batera.
Infelizmente, a fase do Dio, rendeu só três álbuns. Foi uma curta passagem, diga-se de passagem, mas foram trabalhos marcantes e de sucesso. Poderia ter rendido mais discos,mas não teríamos escutado o Dio no Sabbath e em carreira solo,aí é tema de outra coluna.
Para escutar o álbum:
| Daniel Filósofo |
COLETIVE INCOMODA...


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