
Minha história com os Mamonas Assassinas
Olá, pessoal! Hoje vou falar um pouco da minha história com a banda Mamonas Assassinas.
Os amigos mais chegados sabem que sou muito fã deles. Inclusive, acho que comecei a gostar de rock por causa da banda.
Conheci os Mamonas quando minha mãe recebeu a visita de sua madrinha, Maria Helena (que faz parte da cultura da cidade de Canoas — mas essa história fica para outra coluna). O filho dela, Halbert, veio acompanhá-la. Na época, ele era adolescente e, naquela tarde, trouxe uma fita da banda e apresentou para mim e para o meu irmão Felipe.
Foi amor à primeira “ouvida”!
Eu tinha 9 anos e meu irmão, 11. Quando a visita foi embora, pedimos para nossa mãe comprar a fita para nós. Meu pai achava as músicas muito engraçadas. Até a minha vó adorava! Quando ligávamos a TV ou o rádio, só dava Mamonas Assassinas.
Infelizmente, não tive o privilégio de ir a um show deles. Uma vizinha minha, Miriam, foi ao show no Planeta Atlântida, em 1996, e depois me mostrou as fotos que tirou. Eu ficava encantada!
Em abril de 2024, fui ao Auditório Araújo Vianna assistir ao show “Mamonas Assassinas – O Legado”.
Gente… eu voltei ao passado.
Chorei, gritei, pulei… parecia uma louca! Fiquei tão emocionada que parecia que eram eles mesmos que estavam na minha frente.
Essa frase motivadora me dá um empurrão toda vez que penso em desistir. 
PROPÓSITO DE NÃO SER
A CULTURA E A ARTE!

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