QUIOSQUE ABRE MOSTRA FOTOGRÁFICA “O INÍCIO DO FIM – OS SINAIS QUE ANTECEDEM O FEMINICÍDIO”
O Quiosque da Cultura abre as portas para receber a mostra fotográfica “O início do fim – os sinais que antecedem o feminicídio”, proposta do ColetiveArts, conteplada pelo edital Ports Abertas, política pública da Secretaria Municipal de Cultura.
A mostra apresenta mais de trinta fotos com cenas chocantes, expondo uma mulher durante a após sofrer violência doméstica juntamente com o texto relatando a trajetória da violência antes do ato fatal. Os registros da performance cênica abre espaço para a reflexão sobre os mais variados tipos de violências que existem. Os registros contam com vários profissionais participantes do ColetiveArts: a modelo das fotos e criadora do texto é a Diretora de Cultura Isab-El Cristina, a maquiagem artística ficou a cargo da Tia Lisi Camarim Artístico, as fotografias sob responsabilidade de Duda Homem, direção e produção Tânyalys Lisbôa(coordenadora artística), social mídia sob a responsabilidade de Ian da S. Rodrigues e coordenação de Édina Santos (coordenadora cultural). A locação do espaço para as fotos é no Café e Ler, uma cortesia da proprietária Desirrê Fernandes.
No dia 9 de abril a partir das 18h30 teremos a abertura oficial, seguida de recital poético com membros do ColetiveArts , bate-papo com a Dra. Letícia Peixoto da Comissão da Mulher Advogada da OAB Gravataí; Thaís Marcelino, Secretária da Mulher de Gravataí e Liniker Fraga, Assessor de Políticas Públicas LGBT com a temática sobreos direitos das mulheres cis e trans, onde pedir ajuda e como proceder em caso de qualquer tipo de violência. Na sequência teremos música com Thalia Macedo.
Buscando a inclusão, teremos intérprete de Libras, caso tenhamos a presença de mulheres surdas. Aguardamos todas e todos para uma noite de diálogo com muita arte.
Estou muito feliz por utilizar a minha imagem para abrir este diálogo tão urgente e necessário para fortalecer a rede de proteção às mulheres. Basta de tanta violência.
Diz a Bíblia que fomos feitas da costela do homem, então nosso lugar é ao lado dele. Não fomos feitas do calcanhar para sermos pisadas, nem da nuca para ficarmos atrás deles. Nosso lugar é ao lado, respeitadas e vivas.
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| Isab-El Cristina |



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