Watchmen

Quando Alan Moore lançou Watchmen, os leitores americanos não estavam acostumados com algo inusitado, um grupo de heróis diferentes de tudo que dá pra imaginar e um enredo que transcende as histórias básicas e pragmáticas de qualquer universo da 9ª Arte.
Quando Watchmen chegou ao público, poucos meses após o lançamento as editoras tiveram que mudar a maneira de mostrar o melhor e o maior sentido de visualizar as histórias, agora em tom mais adulto e a extinção de detalhes que duram até hoje. Por isso sempre digo que existe o universo antes e depois de Watchmen. Moore fez algo que não voltaria e as hqs mensais tinham que se adaptar ou continuar na maneira retrógrada de lançar histórias.

Os personagens são mais humanos, com problemas de ego, bebida, com sentimentos comuns, mas com um pensamento mútuo de ajudar o governo contra crimes comuns e até maiores quando se trata de incidentes internacionais.
Na metade da década de 1980, em plena Guerra Fria tomando conta do mundo, com os protagonistas EUA e União Soviética à beira de um ataque nuclear, o assassinato do “Comediante” um ex combatente do crime, um membro do grupo. A partir daí, o enredo toma um caminho sem volta e as várias possibilidades de procurar o criminoso tornam o suspense desta obra.

É uma das melhores HQs de todos os tempos, um sucesso absoluto do mercado de super-heróis, pois provou que uma história com seres usando roupas colantes também conquista o público adulto.

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