ARTE E CULTURA

 O SUPERMAN QUE O MUNDO PRECISA

Depois das últimas incursões de Superman no cinema, não tão positivas, a expectativa gerada em torno do novo filme dirigido por James Gunn, foi grande. E o diretor não decepcionou, pois entendeu o personagem. Se afasta das trevas e abraça o Sol. As sombras de um herói estóico, que só se lamenta quando tem que salvar alguém, ficaram para trás. O seu Superman é alegre, colorido, espirituoso, encantador e com retidão de caráter

O filme de Gunn é vivo e vibrante. Acertou na escolha do elenco. David Corenswet (Superman/Clark Kent), Rachel Brosnan (Lois Lane) e Nicolas Hoult (Lex Luthor) estão brilhantes em suas interpretações. O diretor volta as origens. Superman não tem medo de ser bobo ou exagerado. Inspira-se nos gibis da Era de Prata quando vemos monstros gigantes, heróis trabalhando juntos, como o Senhor Incrível, Moça-Gavião, Lanterna Verde/Guy Gardner e Metamorfo. Tudo isso tem muito a ver com o personagem desde que ele foi criado. 

O lema “verdade, justiça e humanidade” está bem presente quando Superman interfere no conflito entre duas nações, não porque ele é mais poderoso, mas por razões humanitárias. Seu norte é a compaixão, a solidariedade e a defesa de quem é mais vulnerável, de quem não pode se defender. Superman tem um bom coração. E ter um bom coração no mundo de hoje, chega a ser um ato de rebeldia ou revolucionário, num mundo onde a agressão gratuita, a indiferença, a mesquinharia e a crueldade estão tão presentes. Como seres humanos talvez estejamos piorando, mas ainda nos resta a esperança, e com um pouco mais de esforço, poderemos ser melhores. Pois inspiração não nos falta. Superman, mesmo sendo de outro planeta, se mostrou muito mais humano do que Lex Luthor, um terráqueo.

- Demais a companhia dos amigos e família na estreia do dia 10/07/2025, uma noite pra lá de fria.

Pedro Kobielski e Paulo Kobielski

TRAILER:


Paulo Kobielski


Paulo Kobielski é professor de História com especialização em Filosofia e Sociologia pela UFRGS. Trabalha com fanzines  e quadrinhos na educação. é uma espécie superior de gaúcho, pois é gremista!, escreve a coluna Dossiê Kobielski, para ler, clique Aqui.

Dizem que Paulo após assistir a Superman, procurou uma cabine telefônica para trocar de identidade secreta e sobrevoar Metrópolis junto de Pedro Kobielski (que secretamente é o Superboy)

Paulo conquistou  o Troféu Ângelo Agostini de melhor fanzine no ano de 2020, confira matéria Aqui.
Também é um dos apresentadores do podcast cultural Coletive Som, A voz da Arte. Para escutar os episódios clique Aqui.
Confiram o episódio n# 02, apresentado por Patrícia Maciel e Luciano Xaba, entrevistando o Paulo Kobielski, clicando Aqui.

"Quanto mais arte, menos violência. Quanto mais arte, mais consciência, menos ignorância."
- Ricardo Mendes

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2 Comentários

  1. Eu assisti no Iguatemi poucos dias após a estreia. Eu queria ter curtido o filme bem mais. Porém, ficou longe de ser chata. Só achei razoável, mas valeu a conferida

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