QUIOSQUE DA CULTURA E COLETIVEARTS NO COMBATENDO O FEMINICÍDIO
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No
último dia 09 de abril o Quiosque da Cultura foi palco para um encontro
cultural contra o feminicídio. A abertura da mostra fotográfica “O início do
fim – os sinais que antecedem o feminicídio” contemplada pelo edital Portas
Abertas, política pública da Secretaria Municipal de Cultura, no Quiosque da
Cultura, recebeu vários nomes levantando a bandeira contra o feminicídio.
Antes
do início do evento Jonatas de Souza e Lua Santos, alunos de jornalismo da Universidade
do Vale do Rio dos Sinos estiveram no Quiosque para entrevistar a Diretora de Cultura
do ColetiveArts, também atriz que posou para as fotos, Isab-El Cristina. A entrevista,
tarefa da cadeira Beta Redação Arte e Cultura dos professores Daniel Ricardo
Feix e Flávio Fontana Dutra, será publicada pela UNISINOS.


Pontualmente
as 18h30, pois temos compromisso com pontualidade, a jornalista e membro dom
ColetveArts Jeane Bordignon abriu o cerimonial, tendo a intérprete de Libras Ana
Cláudia Pezeti de Camargo Dias ao seu lado, contemplando o público surdo. A coordenadora
do Quiosque Mari Veleda e o secretário adjunto da secretaria de cultura Giulliano
Pacheco elogiaram a iniciativa do ColetiveArt’s em abordar um tema tão urgente
e necessário. A Diretora de cultura Isab-El Cristina lembra que não existe
outro portal além do útero de uma mulher para que o ser humano chegue a este
mundo e pede para que parem de nos matar. Após conduziu o recital poético com
Diovana Rodrigues representando a mulher negra, Jeane Bordignon representando a
mulher jornalista, Romilda Terra representando a mulher professora, Rosani
Freitas representando a mulher organizadora Financeira, Nestor Medeiros e Círio
de Melo representando os homens que apoiam o feminismo.



Após
o recital a Tânia Pereira (presidente da Liga Feminina de Combate ao Câncer de Gravataí
e Mara Pacheco, também da Liga, falaram sobre as violências que a mulher com câncer
sofre. A advogada Viviane Hunter (presidente da Casa dos Açores) falou sobre
sua vivência com mulheres vítimas de violência. Isab-El Cristina chamou a
equipe no palco e agradeceu a cada um pela participação. São eles: Tia Lisi,
pela maquiagem artística, Duda Homem pelas fotografias, Tânyalys Lisbôa pela
direção e produção, Édina Santos pela coordenação, Jeane Bordignon pela
organização e Ian Rodrigues (social mídia). Também agradeceu a cada um dos
poetas acima citados.



Em seguida a Jeane retomou e mediou o bate-papo com a Dra. Letícia Peixoto da Comissão da Mulher Advogada da OAB Gravataí; Thais Marcelino, secretária da mulher e direitos humanos de Gravataí e Liniker Fraga, assessor de políticas públicas LGBT. Dra. Letícia explanou sobre os direitos das mulheres e os índices de feminicídios que assustadoramente aumentam a cada dia. Thais relatou os vários tipos de agressão e as atividades da Casa Lilás. Inclusive se emocionou quando a Isab-El Cristina elogiou o trabalho da Casa Lilás. Liniker expos os números assustadores a respeito das violências e feminicídios contra as mulheres trans, informando que a expectativa de vida da mulher trans é de 35 anos, que a 16 anos consecutivos o Brasil é o país que mais mata as pessoas trans no mundo e também o país que mais consome pornografia trans e travesti. O debate que durou 60 minutos poderia ter continuado, pois o assunto era de suma relevância para o público presente. Questionado sobre a falta de intérprete de Libras nas delegacias a Dra. Letícia informou que o fórum cede intérprete quando necessário.
O encerramento que a todos encantou ficou a cargo da voz vibrante da Thalia Macedo tendo o maravilhoso acorde de violão do Renatinho 7K.


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| Isab-El Cristina |








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