A MÚSICA SEGUNDO O FILÓSOFO

 Testament - The Ritual

Se o Big Four americano não tem o Testament, azar o deles. Facilmente a banda está entre as grandes bandas do Thrash Metal americano e mundial e dificilmente o ouvinte encontrará um trabalho ruim da banda.

A banda é daquelas que não é digamos popular, mas não precisa disso, para ser reconhecido pelos bons trabalhos prestados ao som de peso. Formada em 1983, intitulado de Legacy, a banda adotou o nome atual em 87, quando lançou o seu primeiro trabalho e daí por diante, lançaram quatros álbuns que foram petardos em forma de música.

Em 1992, as bandas de heavy metal em geral, foram postas em xeque pelas bandas Grunge. Algumas, amaciaram o som e ficou mais palatável para o rádio. Nesse ano, o Testament lança o seu quinto álbum, The Ritual. Criticado por fãs mais puristas, o trabalho mostra uma banda, buscando algo diferente do que foi feito anteriormente. Com uma pegada no Heavy metal tradicional, foi o último trabalho com a formação original. Após o lançamento do disco, o guitarrista Alex Skolnick e o baterista Louie Clemente deixaram a banda.

Cadenciado e marcando uma transição da banda, The Ritual, apresenta uma banda diferente dos trabalhos anteriores. Em 11 faixas, o Testament mostra o por que ter adquirido o respeito do público e crítica. Mesmo não agradando logo de cara, o álbum depois de anos, é reverenciado por

muitos e vale a audição até o fim. Sons como “Electric Crow So Many Lies”, são as músicas de maior sucesso do disco. A música que dá título ao álbum, merece destaque, com quase oito minutos de duração. Let Go of My World e Return to Serenity, são duas baladas bem executadas.

Faltando um pouco mais de produção, mas nada que tira a qualidade da banda, The Ritual, mostra uma banda afiada, versátil e criativa. Os rapazes souberam se reinventar, sem perder as suas características, sua identidade e criou um clássico que todo fã de Metal deve escutar



Daniel Filósofo é cronista, jornalista, profundo conhecedor de rock'n'roll, torcedor do Fluminense e radialista Também escreve suas crônicas dominicais na coluna do Daniel Filósofo.

"Quanto mais arte, menos violência. Quanto mais arte, mais consciência, menos ignorância."

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1 Comentários

  1. Curto muito essa banda, no fim do anos 80 inicio do 90, eu estava numa pegada intensa de thrsah metal, ouvia até furar o vinil
    Vida longa ao Rock

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