A MÚSICA SEGUNDO O FILÓSOFO

 Alice in  Chains—Dirt

O começo dos anos 90, foi prolifero para o rock roll. No metal, surgiu alguns clássicos atemporais, no rock alternativo, foi um momento de afirmação e o Grunge, surgiu num rompante de dar gosto. Foi um  começo de década para ninguém botar defeito.

De Seattle, surgiu uma turma que deu um frescor e oxigenou o rock. Nomes como, Nirvana, Pearl Jam, soundgarden, Mother love Bones, dentre outros, o Alice Chains era uma banda com o pé no metal e o outro no Grunge, fazendo um som altamente pesado e barulhento.

Em 1992, a banda lança o segundo álbum, o aclamado Dirt.Com riffs pesados, melodias sombrias e sujas, a banda soube mesclar isso tudo, além da combinação ideal entre a voz do vocalista Layne Staley e do guitarrista Jerry Cantrell, que casaram bem.

São doze faixas que prendem a atenção do ouvinte até o fim. Com letras sob um aspecto introspectivo, raivoso, depressivo e desesperança. Them Bones é um bom cartão de visitas. Som ideal para início de audição e mostrar o que está por vir. Rooster e Down In A Hole, além da música citada, foram outros singles lançados e as baladas do disco. As outras duas músicas do disco que foram lançadas como single e tornaram clássicas, foram: Angry Chair e Would? Essa encerrando o trabalho com  chave de ouro.

Aclamado pela critica e fãs, dirt foi um sucesso de vendas. Estima-se que tenha vendido 3,5 milhões de discos até os dias atuais.O álbum tornou- se um clássico de uma década frutífera e que mostrou que a juventude  da época,podia ter os seus representantes.




Daniel Filósofo é cronista, jornalista, profundo conhecedor de rock'n'roll, torcedor do Fluminense e radialista Também escreve suas crônicas dominicais na coluna do Daniel Filósofo.

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Arte:Waldemar Max
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