ARTE E CULTURA

‘Massa Funkeira’, documentário sobre funk e sexualidade, recebe Menção Especial no IndieLisboa Festival

Com direção de Ana Rieper e produção da Giros Filmes, longa é reconhecido na sua estreia em festivais internacionais

"Massa Funkeira", de Ana Rieper, documentário sobre sexualidade a partir do universo do funk, recebeu a Menção Especial da categoria IndieMusic do Indie Lisboa Festival Internacional de Cinema. A produção, da Giros Filmes, com coprodução da Paladina Filmes, teve em Lisboa sua estreia em festivais internacionais.

O anúncio dos vencedores ocorreu neste sábado, 9 de maio, em cerimônia na Culturgest, em Lisboa, Portugal. “Massa Funkeira” teve duas exibições no festival, ambas com salas ocupadas, e é uma das inspirações da festa oficial de encerramento do evento.

Ana Rieper

Esta foi a 23ª edição do IndieLisboa Festival Internacional de Cinema, evento que apresenta obras que se encontram fora da circulação regular. Todos os anos, exibe mais de 200 filmes e atrai público e profissionais de cinema do mundo todo. A competição IndieMusic contempla filmes sobre músicos e bandas, mergulhando nos contextos históricos, políticos e sociais que acompanham as movimentações musicais.

Combinando registros de bailes, corpos em movimento, personagens desse universo, cenas cotidianas e um batidão que quando toca ninguém fica parado, “Massa Funkeira” celebra o funk, um dos gêneros musicais de maior potência e popularidade no Brasil, como força vital e cultural da periferia. Sem moralismos, o filme traz a visão do funk sobre a sexualidade, aborda temas como o machismo e a construção de gênero e revela como por meio do corpo, da dança, das letras e das vivências de seus artistas este estilo expressa resistência, desejo, prazer e afirmação pessoal. A produção traz depoimentos de Valesca Popozuda, Kevin O'Chris, Tati Quebra Barraco, MC Carol, DJ Rennan da Penha e outros.

“Massa Funkeira” é o sétimo longa de Ana Rieper. Documentarista com estudos em Geografia, Antropologia e Cinema, Ana aborda questões sociais por meio de narrativas musicais em seus filmes, como "Vou Rifar meu Coração" (2012), "Na Veia do Rio" (2003), "Clementina" (2018), "Nada Será Como Antes - A Música do Clube da Esquina" (2024),"Paraíso" (2024) e o média metragem "Sissi" (2022). A produção executiva é de Belisário Franca, Bianca Lenti e Maurício Magalhães e a estreia no circuito comercial e nas plataformas de streaming e TV por assinatura está previsa para o segundo semestre de 2026 e início de 2027.


 

Giros Filmes


Com quase 30 anos de atuação, a Giros Filmes, dirigida por Belisario Franca, Bianca Lenti e Maurício Magalhães, soma mais de duas mil horas de conteúdo para cinema, TV e plataformas digitais, exibido em mais de 40 emissoras no Brasil e no exterior. Em 2025, quatro produções da Giros integraram a seleção oficial do Festival do Rio: “Sexa”, de Gloria Pires; “Com Causa”, de Belisario Franca e Pedro Nóbrega; “Ninguém Pode Provar Nada – A Inacreditável História de Ezequiel Neves”, de Rodrigo Pinto; e “Massa Funkeira”, de Ana Rieper. Reconhecida por unir conteúdo, entretenimento e relevância sociocultural, a Giros Filmes se consolida como uma das produtoras mais importantes do país.



Jorginho

Jorginho é Pedagogo, Filósofo, graduando em Artes, com pós graduação em Artes na Educação Infantil, ilustrador com trabalhos publicados no Brasil e exterior, é agitador cultural, um dos membros fundadores do ColetiveArts, editor do site Coletive em Movimento, produtor do podcast Coletive Som - A voz da arte, já foi curador de exposições físicas e virtuais, organizou eventos geeks/nerds, é apaixonado por quadrinhos, literatura, rock n' rol e cinema. É ativista pela Doação de Órgãos e luta contra a Alienação Parental.

"Quanto mais arte, menos violência. Quanto mais arte, mais consciência, menos ignorância."

COLETIVEARTS, NO DIA 21 DE MAIO
IREMOS COMPLETAR OITO ANOS DE VIDA,
NOSSO MUITO OBRIGADO POR
ESTAREM NOS ACOMPANHANDO DURANTE 
ESTA PEQUENA
JORNADA"



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