O DIÁRIO DE UMA AMANTE

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HOJE:

Página Extra

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Amados leitores,

Hoje, antes de lhes contar mais uma história da Amante, preciso abrir meu coração.
Não tem sido fácil.
Semana após semana, tentam derrubar, bloquear e denunciar meu livro. Não por conter mentiras, mas por incomodar. E, por esse motivo, o Diário de uma Amante já não está mais sendo publicado às sextas-feiras, às 20 horas, como muitos de vocês esperavam.
Mesmo assim... eu continuo.
Continuo escrevendo o Diário. Continuo escrevendo minhas poesias. Continuo presente, sempre que posso, no ColetiveArts e no Clube Literário.
Porque escrever nunca foi apenas um hobby.
Escrever é a minha forma de respirar.
Entendo que uma mulher livre assuste. Uma mulher que ama amar, que vive intensamente, que luta, cai, levanta e recomeça sem pedir licença. Uma mulher que transforma sentimentos em palavras e não se curva diante de uma sociedade que ainda insiste em julgar antes de compreender.
Entendo que existam pessoas que simplesmente não gostam de mim.
Entendo que existam pessoas incomodadas com o sucesso do Diário de uma Amante.
Entendo até a inveja.
E está tudo bem.
Porque, para cada pessoa que tenta me calar, existem dezenas, centenas de outras esperando ansiosamente por um novo capítulo.
Existe uma amante que revive sua própria história através das minhas palavras.
Existe uma esposa que, por alguns minutos, vive uma paixão que nunca experimentou.
Existem homens fascinados por essa mulher intensa e misteriosa.
Existem leitores apaixonados pela literatura, que aguardam apenas o prazer de encontrar um novo texto.
Existem minhas amigas, minhas ex-professoras, meus colegas...
E existem vocês, que talvez eu nunca abrace pessoalmente, mas que, a cada comentário, a cada leitura e a cada mensagem, fazem este Diário continuar vivo.
O que um dia foi apenas o diário de uma amante...
Hoje pertence a centenas de corações.
Eu sou apenas a autora.
Sou a criadora.
Sou a mulher da capa.
E, por muitas vezes, também fui personagem.
Tudo começou com uma poesia. Uma poesia que abriu portas, encontrou leitores e mudou minha vida de uma forma que eu jamais poderia imaginar.
É por isso que dói.
Dói ver pessoas tentando destruir um trabalho construído com amor.
Dói perceber que existem pessoas que preferem denunciar uma obra a simplesmente deixá-la seguir seu caminho.
Mas, como meu pai sempre dizia:
"Há mais Deus para dar do que o diabo para tirar."
E eu acredito nisso.
Nasci apaixonada pelos versos.
Escrever é meu refúgio.
Minha terapia.
Meu grito.
Meu silêncio.
É a lágrima que escondi.
É a dor que suportei.
É a lembrança da felicidade mais bonita que vivi.
É onde encontro a mim mesma quando o mundo tenta me fazer desistir.
Quando denunciam meu trabalho sem motivo, machuca.
Mas, ao mesmo tempo, isso também revela uma verdade: ninguém tenta apagar aquilo que não tem importância.
Se incomoda tanto...
É porque alcançou alguém.
É porque marcou pessoas.
É porque deixou sua marca.
Lembro de alguém que, certa vez, ao ler uma poesia minha, disse:
"Não sei como não tive a ideia de escrever isso antes..."
Aquilo não soou como elogio.
Soou como o incômodo de quem percebeu que uma ideia brilhante já tinha encontrado sua autora.
Porque quem vive querendo diminuir o outro, no fundo, revela apenas a própria incapacidade de reconhecer o talento alheio.
E a vida ensina:
Quem muito se acha, acaba se perdendo.
Por isso, eu sigo.
Parar nunca foi uma opção.
Essa negrinha metida a escritora não nasceu para desistir.
Nasceu para escrever.
Nasceu para escrever.
Nasceu para emocionar.
Nasceu para transformar sentimentos em palavras.
E a Amante continua.
Porque nossa história está apenas começando.
Obrigada a cada pessoa que lê, comenta, compartilha, torce e permanece ao meu lado.
Se hoje escrevi um desabafo em vez de uma aventura, foi porque precisava dividir com vocês o que tenho vivido.
Agora, mais do que nunca, preciso da força de cada leitor.
Comentem.
Compartilhem.
Fortaleçam o ColetiveArts.
Fortaleçam este livro.
Fortaleçam esta escritora.
Mostremos, juntos, que pessoas pequenas jamais serão maiores do que um sonho alimentado por centenas de corações.
Com todo o meu carinho,
Beijos da Amante. 🌹


DIOVANA RODRIGUES

Me chamo Diovana, tenho 40 anos, me apaixonei pela poesia com 13 anos de idade, e desde então escrevo. A poesia se tornou uma psicóloga para mim, um diário de desabafo. Não consigo escrever sem meu coração mandar. Não sei simplesmente sentar e pensar no que vou escrever. Simplesmente escrevo, brinco, eu escrevo sem pensar. Sou mãe, tenho três filhos, Mithelli que está com 22 anos e os gêmeos de 13 anos. Parece meio óbvio dizer que são tudo que tenho, mas é isso. São meu tudo. Trabalho com segurança privada, minha especialização dentro da área veio depois de anos. É algo que gosto de fazer, assim como cozinhar. Sou uma mulher de gosto simples, porém, de opiniões fortes. Sigo minha vida de forma leve, aprendendo, caindo e levantando ancorada em minha fé. Sou umbandista com muito amor e só tenho a agradecer às minhas frenteiras. Elas me ensinaram que cair é inevitável mas ficar no chão é opcional. Essa sou eu, essa é Diovana Rodrigues.



"Quanto mais arte, menos violência. Quanto mais arte, mais consciência, menos ignorância."

08 ANOS DE VIDA DEDICADOS 
À ARTE E CULTURA!


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1 Comentários

  1. Oi, sou a Isab-El. Lembra o q já te falei em outras situações: só atiram pedras em árvores que dão frutos. Bju da tua fã de carteirinha. E, sim, leiam, compartilhem, comentem. Façamos com que o Diário e o ColetiveArts vá muito mais longe. Bjuuuu

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