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HOJE:
O hoje é uma história para ser contada amanhã...
Tesão, desejo e mais uma loucura...
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A vida sempre foi um composto de aventura e loucuras. E o tempo pouco a pouco, corpo a corpo moldou a Amante.
Toda vez que ela saia, se vestia dela mesma. Talvez ela fosse uma personagem, talvez fosse ilusão. Mas o fato é que ela sempre dava um show ao se despedir.
Ela não era a rainha do sexo, tão pouco uma exímia profissional na cama. Não, nunca foi.
Mas ela amava sexo, e se jogava das alturas em suas loucuras assim chamada de vida. Ela nunca quis ser exemplo de nada, mas quando o olhar fixava. a roupa caia.
Diziam que ela tinha um poder de sedução incomum, acho que não. Acho que ela era apenas ela.
Certa vez ela saiu para comer um lanche, nada demais. Era para ser apenas um passeio curto, ouvir uma música, comer algo diferente. Mas a noite acabou não em um bar, mas sim em um quarto de motel.
Enquanto esperava seu lanche ela percebeu que alguém estava a observando. Observando sem parar. Muitas vezes ela não desejava nada além da paz, da sua própria companhia. O que muitas pessoas chamavam de solidão ela chamava de paz. Não era egoísmo mas a sua companhia a ela bastava. Bom, como diz o ditado antes só do que mal acompanhada.
Claro as vezes ela se sentia carente, mas se o desejo não tocasse seu corpo, ela não sedia sua presença. Nunca foi uma relação numérica de quanto mais melhor, não sempre foi uma relação de tesão tinha que valer a pena. Ela tinha que querer.
E naquela noite ela quis.
Olhou pra menino que estava á olhando sem parar e ficou imaginando seu rosto angelical com ela. Ele era tão bonitinho, loirinho, usava óculos de grau, parecia tímido. Corpo miúdo, magrinho definido.
Ela pensou hum, tia gosta, tia gosta muito.
Ele era muito envergonhado, mas ela nasceu sem vergonha. Ela se levantou e sentou na mesa em que ele estava e começou a conversar. Logo ela deixou seu guaraná para tomar uma cerveja.
Cerveja gelada, corpo quente.
Quanto mais ela se aproximava, mas tímido ele ficava. E aquele jogo estava queimado seu corpo. Então ela pegou na mão dele e convidou para saírem dali.
Quando chegou no motel ela tirou os óculos dele, olhou em seus lindos olhos azuis e desejou mergulhar naquele mar. Começou a se despir e ele apenas á olhava sem acreditar naquela mulher. Quando foi tocar nela, ele começou a tremer, como se estivesse com medo dela.
Então ela perguntou se ele estava bem. Então ele disse que nunca esteve com uma mulher, que saia apenas com meninas, e estava sem saber o que fazer.
Ela com todo carinho respondeu:
- Não faz nada, deixa que eu faço.
Disse isso foi até a cadeira erótica, sentou olhando pra ele.
Nesse momento ela usava apenas um fio dental, abriu e fechou as pernas olhando fixamente para o menino. Se virou de costas saindo da cadeira, dançou um pouco para ele no poli dance e depois foi até ele.
Diante dele ela o beijou bem lentamente, ele tremia tanto que durante o beijo machucou os lábios da Amante com seu aparelho. Quando ele percebeu o sangue em seus lábios ficou muito nervoso, mas ela passou a língua sobre os lábios limpando o sangue e disse "relaxa bebê, só relaxa".
Ela tirou a camiseta dele, beijou seu peito, e desceu. De joelhos em sua frente, passou novamente a língua nos lábios, dessa vez para molhar bem os lábios, cruzou os pés, empinou a bunda pra trás, deixando o rapaz com uma visão linda de seu corpo. Beijou as suas bolas, passou a língua sobre as costuras, e sugou uma por vez. Naquele momento o menino foi ao céu. Então ela seguiu o sugando. Subiu ao seu pênis, beijou a cabecinha, passou a língua e o engoliu de uma vez só.
Nesse momento o bom menino se transformou em um homem muito quente, empurrou a Amante pra trás a deitando no carpete e foi direto chupar sua vagina. Chupou até ela gozar, depois a penetrou ali mesmo. Deitado sobre ela ele gemia de tesão.
Gritava gostosa, mordendo seus seios, puxou seus cabelos e em êxtase gozou em seu rosto. Quando ele gozou se atirou no chão.
A amante então levantou se olhou pra ele, passando os dedos sobre o gozo e levou até à boca. Depois sorriu dizendo:
- Hora, hora veja quem se tornou homem.
Ele estava ainda com falta de ar. Mas ela parou sobre ele com as pernas abertas e foi descendo devagarinho, sentando devagarinho em seu pau, "desgraçada ele disse".
- Puta que pariu que tesão, que mulher!
Ela começou o vai e vem, o sobe e desce. E ele pedindo pra ela parar. Mas ela não parou, deu um tapa em seu rosto e disse cala a boca e me come.
Nesse momento ele começou a gozar.
Então ela saiu de cima e começou a chupar ele, bem rápido, pois ela queria sentir aquele leite fresco em sua garganta. Ele gozou muito, ela abriu a boca, mostrou para ele e engoliu.
Feito isso ela foi pra o banho. Entrou na banheira e ficou. Ele depois que se recuperou foi até o banheiro com uma champanhe na mão, dizendo:
- Caralho casa comigo?
Ela deu uma risada.
Então ele entrou na banheira e deu champanhe na sua boca. Dentro na banheira ela ficou de quatro e fez sexo anal com ele. Foram pra cama, e fizeram mais uma vez.
Então ele adormeceu.
Ela ficou olhando pra ele tão lindinho dormindo.
Pegou um guardanapo deu um beijo, colocou seu perfume e escreveu a seguinte frase. "O hoje já é uma história para contada amanhã!"
Daqui a uns anos quando for falar de mim, para um filho ou neto, diga, ela era uma jovem senhora 20 anos mais velha que eu, ela não fez amor,ela fudeu. Se lembrar diga que eu era linda, fogosa e não era mulher pra casar. Mas se não lembrar, resuma tudo. E diga eu comi a Amante!
Ela terminou o bilhete com risadas, vestiu-se, pegou sua bolsa, seus sapatos e saiu. Passou na recepção tocou um beijo para balconista e seguiu.
A camareira olhou e disse à moça do balcão:
- Quem dera a gente fosse metade dela.
De longe ela escutou e gritou no meio da rua:
- Vocês são, só precisa acreditar, toda a mulher nasceu rainha, e todas tem uma hora para despertar.
Seguiu caminhando e sumiu na noite.
Seguiu seu caminho para um novo menino, um homem, uma nova presa!
Ele acordou sem acreditar.Ela sumiu.
Anos depois ela o reencontrou em um bar, nem o reconheceu, indiferente viu que estava sendo olhada. Então ele foi até ela, abriu a carteira e tirou o bilhete.
Ela leu, soltou uma risada e saiu.
Sumiu de novo.
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DIOVANA RODRIGUES |
Me chamo Diovana, tenho 40 anos, me apaixonei pela poesia com 13 anos de idade, e desde então escrevo. A poesia se tornou uma psicóloga para mim, um diário de desabafo. Não consigo escrever sem meu coração mandar. Não sei simplesmente sentar e pensar no que vou escrever. Simplesmente escrevo, brinco, eu escrevo sem pensar. Sou mãe, tenho três filhos, Mithelli que está com 22 anos e os gêmeos de 13 anos. Parece meio óbvio dizer que são tudo que tenho, mas é isso. São meu tudo. Trabalho com segurança privada, minha especialização dentro da área veio depois de anos. É algo que gosto de fazer, assim como cozinhar. Sou uma mulher de gosto simples, porém, de opiniões fortes. Sigo minha vida de forma leve, aprendendo, caindo e levantando ancorada em minha fé. Sou umbandista com muito amor e só tenho a agradecer às minhas frenteiras. Elas me ensinaram que cair é inevitável mas ficar no chão é opcional. Essa sou eu, essa é Diovana Rodrigues.
"Quanto mais arte, menos violência. Quanto mais arte, mais consciência, menos ignorância."
- Ricardo Mendes
COLETIVEARTS, 06 ANOS DE VIDA,
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