TRÊS PITACOS NERDS

 1. Cinema: Frankenstein

Adaptar clássicos é sempre um desafio. Guilherme Del Toro enfrentou esse desafio ao adaptar a obra máxima de Mary Shelley. Adaptar Frankenstein era um sonho do diretor e ele o fez de forma brilhante. O filme por si só é ótimo, a começar por não ser enfadonho mesmo tendo 2h30min de projeção. A composição do visual, tanto do filme, quanto da criatura, ficaram espetaculares. Del Toro é mestre nisso. Sobre a adaptação, Del Toro foi fiel à ideia central. Discutiu os temas pertinentes à obra original de Shelley, nos fazendo pensar sobre a questão da natureza humana. Adaptar clássicos em outras linguagens sempre é um desafio e nesse caso, Frankenstein de Guilherme Del Toro, cumpriu seu papel de forma competente. Um grande filme!

2. Show: Paralelo Festival 2025

São Francisco de Paula, 22 e 23/11

Tradicional evento da Serra Gaúcha trouxe uma diversidade de atrações para a nova edição do evento. Em dois dias fomos do Samba ao Blues, passando pelo Jazz e a MPB. Na primeira noite tocou o jazzista holandês, Mike del Ferro, o sambista Sombrinha do grupo fundo de quintal e os uruguaios da Chorando La Milonga. A segunda noite teve o jazz fision de Felipe Coelho, o blues de Iretta Sanders e o encerramento com A Cor do Som. Excelentes shows, mas que, com a troca do lugar, não atraiu grande público.

3. RIP: Sal Buscema (1936-2026)

Repercutiu segunda, 26/01, a notícia do falecimento do desenhista Sal Buscema, ocorrida na sexta, 23/01. Dia 26, Sal estaria completando 90, após construí uma bela carreira no Universo Marvel Comics. A primeira coisa que me chamou a atenção de Sal foi seu sobrenome, Buscema. Na época estava começando a ler quadrinhos a partir das Espada Selvagem de Conan com desenhos de John Buscema, pela semelhança do sobrenome, prestei mais atenção em Sal. Depois descobri que eram irmãos. Sal Buscema fez um ótimo trabalho em O Incrível Hulk, mas para mim, a Saga de Rom, em que ele é um dos criadores ao lado do roteirista Bill Mantlo, foi o que mais me fascinou na arte do grande Sal Buscema. Perdemos um grande desenhista do Universo Marvel Comics.



Denilson Reis


Denilson Reis é roteirista e fanzineiro. Edita fanzines desde 1987, quando lançou o Fanzine Tchê, em circulação até os dias de hoje. Edita também fanzines temáticos (rock, blues, cinema...), e revistas independentes (Peryc, Quadrante Sul, O Gaúcho, Gibi do Terror). Lançou o álbum Zinebook Tchezine v1 e v2 pela Criativo Editora. Denilson tem participado dos principais eventos de quadrinhos como BienalHQ (PR), FIQ (BH) e CCXP (SP). Já foi agraciado com os prêmios: Troféu Risco (1988), Prêmio DB Artes (2010), Troféu Angelo Agostini (2012, 2018 e 2022).

"Quanto mais arte, menos violência. Quanto mais arte, mais consciência, menos ignorância."

COLETIVEARTS, DIA 21, 08ANOS DE VIDA,
CONTANDO HISTÓRIAS, 
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