O DIÁRIO DE UMA AMANTE

 

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HOJE:

A vida é uma dádiva viva, tem gente demais só existindo!

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A vida é uma eterna caixa de surpresas. O ontem nunca será como o hoje, e tão pouco como o amanhã. As vezes a gente acha que sabe tudo, aí vem vida e em piscar de olhos faz a gente reaprender, e entender que nunca sabemos nada...

Já contei a vocês muitas histórias dessa mulher que sempre viveu de forma singular. Com ela aprendi muito, e sei que passo bons conhecimentos a vocês,  além da safadeza que se esconde dentro de cada mulher.

A Amante era única. E todas nós somos únicas de alguma forma. 

Hoje vou contar a vocês a uma história de paixão  dúvida e reconhecimento. Na vida da Amante ela sempre tentou evitar relacionamentos no trabalho, por saber que nunca acabam bem. E nós sabemos que ela também evitava homens casados. Apesar de ser perseguida por eles.

O fato de ser forte, ser independente, de ter opinião, sempre fez com que alguns homens a temessem. Nunca foi novidade para ela que ela era vista apenas como uma mulher sexualmente ativa.

Mesmo nos dias de hoje mulheres como a Amante não são bem vistas pela sociedade. São julgadas de forma errada, e a frase: "ela não é mulher para casar", se faz presente na vida dessas mulheres.

A Amante sempre soube que era vista desta forma, e por algum tempo o fato de não ser vista como companheira, amiga, dona de casa, boa mãe e boa cozinheira ou mulher inteligente,  a incomodou. Mas com o passar dos anos, não ser vista de verdade se tornou apenas mais um rótulo.

Tudo seguia normalmente, até trocarem as equipes de trabalho,  e entre os novos funcionários da empresa surgiu um homem diferente. No primeiro dia em que ela o viu passar, sentiu em sua alma que aquele homem tinha algo dela nele. 

Os meses foram passando, e ela o observava a distância. Toda vez que ele desviava o olhar dela, ela sentia que estava mais próxima dele. E quando finalmente  começaram a conversar, toda a magia e encanto que ela estava sentindo caiu por terra. 

Ver a aliança em sua mão foi um balde água fria. E assim ela tentou evitar,  mas naquele momento os olhares deles já tinham se cruzado. E apesar da admiração que ela tinha por ele, ela sabia que para ele, ela seria apenas um bom sexo. 

Afinal mulheres como ela, não são vistas como verdadeiramente são. E mesmo relutante consigo mesma, ela entrou no jogo.

E como a vida muda tudo, o tempo todo, ela que sempre soube jogar, e sempre teve suas armas contra a paixão, foi pega de surpresa. 

Três meses de conversa até o primeiro beijo. E no primeiro beijo, se acendeu o desejo para outros mais, uma vez em sua teia ela não o soltaria. 

E mesmo com todo o medo dele, ele se entregou. Tremeu, passou mal quase infartou mas se entregou. E a química entre eles foi algo sem igual. O toque encaixou, o desejo no olhar as respirações ofegantes e a descoberta de um sexo perfeito. 

Entre suas coxas ele se perdeu e a levou ao céu. O toque suave do piercing de sua língua no clitóris dela, fizeram-na delirar e gozar freneticamente em sua boca. 

Uma tarde de desejo e sexo bem feito. E como imã eles se apegaram e repetiram outras vezes mais. Sempre havia um desejo  novo. Sexo anal, oral e o doce desejo de continuar. 

Mas o apego foi a surpresa. O que era pra ser apenas sexo, se transformou em amizade, carinho e atenção. 

Ela percebeu que o coração dele era tão solitário quanto o dela. 

De que vale então ser casado?

As pessoas desconhecem que casamento é união e companheirismo, e sempre um dos dois acaba se apagando na relação, aceitando coisas que não deveriam aceitar.  Deixam a rotina entrar e todo resto sair. 

Ele não precisava falar essas coisas pra ela, mas ela via no olhar dele uma vida vazia. Quando ela sentiu o apego, tentou fugir, pois sabia que ela não era mulher pra ele, e mesmo que ele se separasse jamais ficaria com ela. 

Amantes não são mulheres pra casar! 

Mesmo com coração na mão e lágrimas no olhar, ela voltou atrás e se entregou mais e mais. E em uma noite sem luar, eles saíram para realizar um fetiche bobo de transar no carro. E se entregaram um ao outro, em uma transa calma de leves cavalgadas e desejo intenso. 

Naquele banco traseiro se deliciaram, gozaram juntos se perdendo por inteiro. Ouvindo no som no carro, Erasmo Carlos  e Renato Russo com todo romantismo da música "A carta".

Ali os então, Réus da traição, se tornaram vítimas do amor. Já não tinha como fugir, era só aceitar. 

O tempo passou,  e quando  estavam juntos o tempo literalmente voava. Não era mais só sexo, embora o sexo deles fosse surreal. E de repente, foram de Amantes á namorados.

E vocês agora vão me perguntar sobre a esposa. Bom, ela seguiu com o título.  E os finais de semana eram tortuosos pra nossa Amante,  pois ela sabia que seu amor estaria nos braços, nas mãos de outra. 

Nesses dias a solidão era mais presente. A sensação de ser segunda opção pesava muito. Tudo que ela não queria pra ela. Mas se obrigou a aceitar, pois realmente a gente não manda no coração, e nunca sabe nada da vida.

Eles seguiram juntos, mesmo separados. Até no mesmo do trabalho foram tirados, cada um por um motivo. Como se a vida os tivesse colocado ali, apenas para se conhecer. 

E por falar  em trabalho, ela quase matou ele o levando pra o banheiro e o deixando submisso aos desejos dela. Fazendo sexo de quatro, sendo penetrada com força  e desejo.

Afinal loucura pouca é bobagem...

A vida é o hoje que vivemos. O ontem passou e do futuro nada sabemos. A vida é um presente, uma dádiva. Viva o hoje,  tem muita gente apenas existindo esperando o amanhã.


A CARTA:



DIOVANA RODRIGUES


Me chamo Diovana, tenho 40 anos, me apaixonei pela poesia com 13 anos de idade, e desde então escrevo. A poesia se tornou uma psicóloga para mim, um diário de desabafo. Não consigo escrever sem meu coração mandar. Não sei simplesmente sentar e pensar no que vou escrever. Simplesmente escrevo, brinco, eu escrevo sem pensar. Sou mãe, tenho três filhos, Mithelli que está com 22 anos e os gêmeos de 13 anos. Parece meio óbvio dizer que são tudo que tenho, mas é isso. São meu tudo. Trabalho com segurança privada, minha especialização dentro da área veio depois de anos. É algo que gosto de fazer, assim como cozinhar. Sou uma mulher de gosto simples, porém, de opiniões fortes. Sigo minha vida de forma leve, aprendendo, caindo e levantando ancorada em minha fé. Sou umbandista com muito amor e só tenho a agradecer às minhas frenteiras. Elas me ensinaram que cair é inevitável mas ficar no chão é opcional. Essa sou eu, essa é Diovana Rodrigues.

"Quanto mais arte, menos violência. Quanto mais arte, mais consciência, menos ignorância."
- Ricardo Mendes

COLETIVE ARTS, 07 ANOS DE VIDA,
SENDO A MAÇÃ DE ALGUNS,
O COLETIVE NÃO SE INTIMIDA,
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