O DIÁRIO DE UMA AMANTE

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HOJE:

Ouvi dizer que a morte é um dia que vale a pena viver.

O fato é que não sabemos nada concreto sobre a morte. 

Diante das minhas crenças tenho fé no mundo espiritual. 

As pessoas confundem personagem e escritora.

Mas acredito que eu tenha muito da Amante, e a Amante tenha parte do meu eu.

E a fé é uma de nossas semelhanças!

Não temo a morte e já estive próxima a ela.

Na verdade eu estive do outro lado.

E como se fosse um espelho, me vi refletir fragmentada. Naquele reflexo estavam uma criança, uma menina, uma mulher  e a aAmante. 

A criança sorria, a menina sonhava, a mulher chorava 

E a Amante, a Amante vivia!!!

Eu, eu era todas elas.

Parada diante daquele espelho que dividia vida e morte 

Me vi em todas as minhas fases.

Se foi loucura eu não sei, se foi sonho ou alucinação, também não sei.

Quebrei o espelho, e voltei.

Nesta vida, já sorri, já chorei, muito errei, mas muito mais evolui.

Eu vivi...

A vida é realmente um sopro,hoje estamos aqui, o amanhã pode não vir...

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Com está reflexão entro em mais uma história da Amante. 

Sabemos que ela sempre viveu com intensidade, sem medo de ser feliz, sem medo de chorar, e por mais que pareça que ela é uma mulher muito forte, ela também era frágil. 

Mas escondia isso muito bem.

Certa vez a Amante foi perseguida por um homem que ela ficou apenas uma vez, mas ele a desejava para sempre. 

No encontro tudo foi lindo jantar a luz de velas, incenso pela casa, comida gostosa ao som de violão. 

Violão, o violão chamou atenção, como se ela já tivesse vivido aquela cena. Ele tocando violão para ela... 

No entanto ela pensou que era apenas loucura sua. E ignorou seu sexto sentido. 

A noite só melhorou. Ele a levou para o quarto beijou seu corpo lentamente, tirou sua roupa  e pediu para fotografa lá,  ela deixou pois adora fetiches. 

Quando parou de fotografar se aproximou dela, a puxou pelo pescoço e a beijou, um beijo longo e molhado.

Logo se tocaram e começaram a fazer 69, ele enlouqueceu de desejo ao ver que ela sugava seu pênis com os lábios molhados, babava em seus testículos, passando a língua entre eles.

Nunca nenhuma mulher o chupou daquela forma. 

Ele parou de chupa lá, para fotografar ela com seu pênis na boca. 

E através do que via pela câmera delirava de tesão. 

Ele gozou muito, gozou em seus peitos e em seu rosto. 

Gozou gritando feito um louco.

Depois de gozar, ele  a deitou no chão, abriu suas pernas e a chupou até ela gozar..

Depois do sexo foram conversar mais um pouco.

Ele pegou o violão para tocar para ela, e junto com o violão pegou uma cerveja.  E com a cerveja ele se transformou. 

Ficou agressivo, e abusivo. 

Ela pegou a bolsa e saiu o deixando bêbado sozinho. No outro dia ele a procurou, mas ela não quis saber.  Ele a procurou por um ano inteiro, mas ela não queria saber. Ele não queria ser rejeitado  passou a persegui-la e a ofende-la em redes sociais. 

Até o dia que sem ela perceber, ele a seguiu. A abordou em uma rua deserta e tentou estupra-la, os dois rolaram pelo chão brigando, ele conseguiu dar um soco em seu rosto e a deixou tonta.

Ela parou de lutar.

Ela ouvia sua voz  dizendo que ela seria dele.

- Vadia, vagabunda hoje tu vai ser minha sim. E depois não vai ser demais ninguém.  Hoje tua história acaba aqui!

Ela fechou os olhos e viu uma mulher se aproximar, mas ela não tinha força pra pedir ajuda.

Enquanto ele rasgava suas roupas, ela viu uma outra mulher e um homem. 

O homem se aproximou do abusador, e as mulheres se aproximaram dela.

O tempo mudou, parecia que tudo estava nublado 

Ela acordou, empurrou ele e voltou a se defender com uma força surreal. 

Ele caiu e ela conseguiu fugir.

Olhou para trás e não encontrou as mulheres e o homem mais.

Mas logo encontrou uma viatura da polícia que a ajudou. 

Na delegacia ele confessou, ser apaixonado e perseguir ela.

Mas o mais impressionante foi ele dizer que ela foi defendida por um homem que estava com duas mulheres. 

Ele não ficou detido, porque infelizmente a lei é falha e muitas vezes machista.

Ela então foi para casa, e quando se aproximou de uma encruzilhada viu novamente o homem e as duas mulheres  ali ela entendeu, e soltou uma gargalhada. 

A fumaça subiu no cruzeiro, a champanhe estourou, e a amante agradeceu pela proteção.

Ela seguiu seu caminho. 

Ele vez que outra ainda tenta a procura-la sem conseguir sua atenção. 


Em nosso estado a cada dia aumenta mais os números de crimes contra a mulher.

Vamos nos proteger, nos cuidar.  Ligue 180 e peça ajuda. 

Vamos viver!!!



DIOVANA RODRIGUES

Me chamo Diovana, tenho 40 anos, me apaixonei pela poesia com 13 anos de idade, e desde então escrevo. A poesia se tornou uma psicóloga para mim, um diário de desabafo. Não consigo escrever sem meu coração mandar. Não sei simplesmente sentar e pensar no que vou escrever. Simplesmente escrevo, brinco, eu escrevo sem pensar. Sou mãe, tenho três filhos, Mithelli que está com 22 anos e os gêmeos de 13 anos. Parece meio óbvio dizer que são tudo que tenho, mas é isso. São meu tudo. Trabalho com segurança privada, minha especialização dentro da área veio depois de anos. É algo que gosto de fazer, assim como cozinhar. Sou uma mulher de gosto simples, porém, de opiniões fortes. Sigo minha vida de forma leve, aprendendo, caindo e levantando ancorada em minha fé. Sou umbandista com muito amor e só tenho a agradecer às minhas frenteiras. Elas me ensinaram que cair é inevitável mas ficar no chão é opcional. Essa sou eu, essa é Diovana Rodrigues.

"Quanto mais arte, menos violência. Quanto mais arte, mais consciência, menos ignorância."

COLETIVE ARTS, 07 ANOS DE VIDA,
SENDO A MAÇÃ DE ALGUNS,
O COLETIVE NÃO SE INTIMIDA,
O COLETIVE CRIA!


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Sempre algo interessante
para contar!



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2 Comentários

  1. Oi, Diovana, sou a Isab. Eu sempre digo que sou uma, mas nao estou só. Quem tem Exu e Pombogira nunca está sozinho. Laroye. Bjuuuu

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