O DIÁRIO DE UMA AMANTE

 

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HOJE:

Páscoa é época de renascimento, vida nova evolução.

Pensando nisso em um determinado final de semana de Páscoa a Amante resolveu viajar até a cidade de Gramado para visitar, comer um bom chocolate e renovar as energias com o clima serrano do nosso estado.

Ela resolveu que iria passar a noite em uma pousada na cidade de Nova Petrópolis, cidade vizinha e na manhã seguinte seguiria para Gramado.

Quando ela chegou na pousada logo foi se instalar.

Depois de se acomodar tomou um banho e desceu até o saguão para tomar um vinho.

O clima estava perfeito, o frio do outono convidava para um bom vinho.

Não estava frio para lareira, mas havia uma lareira acesa e uma música instrumental que vinha do fundo do restaurante.

A amante pegou sua taça de vinho e foi até a lareira, ficou ali parada olhando o fogo queimar a madeira, com o Pensando distante.  Vez que outra observa os casais românticos ao seu redor. 

Ela fechou os olhos e deixou se levar pela música balançando seu corpo lentamente.

O mundo naquele instante era todo dela.

Até que um homem se aproximou dela sem ela perceber, chegou por trás pondo uma mão em sua cintura e a outra mão sobre a sua na taça de vinho.

Aquele toque foi perfeito, sem abrir os olhos ela foi se virando lentamente seguindo a música.

Ja diante dele ela abriu os olhos e sorriu.

Era um homem alto grisalho de olhos azuis e um sotaque italiano.

Perdoa me bambina estava tão linda aqui que não resisti.

Ela apenas sorriu e seguiu dançando.

Sem muitas palavras dançaram três músicas em frente da lareira.

Depois sentaram e começaram a conversar.

Ela se encantou pelo charme dele, ela voz e ele por tudo nela.

Foram muitas taças de vinho, muitas risadas.

E no alto da madrugada ele a beijou.

Ficaram ali em frente ao fogo da lareira se ardendo de desejo.

Quando todos se foram e ficaram apenas os dois.

Eles fizeram sexo ali.

Tomados por desejo incomum.

Ele dizia

Amori mio, a mais bela das ragatias, ela apenas sorria brincando meu italiano.

Quando ela disse meu italiano ele cantarolou para ela.

E seguiu cantando e brigando seu corpo dos pés a cabeça, não havia frio, na verdade tudo ali estava quente.

Ele a beijou, sugou seus mamilos enquanto á tocava com os dedos. Ele a fez gozar assim.

Depois que gozou ela o virou deixando-o deitado no chão, ela então sentou sobre ele fazendo um vai e vem calmo sem presa cheio de desejo.

Ela o fez gozar, e seguiram trocando posições até o raiar do sol.

Quando amanheceu ele a levou para seu carro e seguiram conversando.

Logo foram juntos para Gramado.

Passaram três dias juntos como os mais belos apaixonados.

Tudo quase perfeito.

Quase....

Porque ele teria que voltar a Itália aos negócios e a esposa.

Ela teria que voltar também para a realidade dela.

Minha bambina te levo em meu coração.

Eles se despediram fazendo pelas uma vez sexo sem presa, sem puderes sem temores. Ela o acompanhou até o Aeroporto Salgado Filho em Porto Alegre e quando ele estava entrando na sala de embarque correu até ela a beijou dizendo

Que ela era a Brasiliana dele.

Durante algum tempo ele ligava, depois parou, sumiu

Ficou apenas a lembrança de um final de semana onde o Brasil e a Itália viveram um romance.



DIOVANA RODRIGUES

Me chamo Diovana, tenho 40 anos, me apaixonei pela poesia com 13 anos de idade, e desde então escrevo. A poesia se tornou uma psicóloga para mim, um diário de desabafo. Não consigo escrever sem meu coração mandar. Não sei simplesmente sentar e pensar no que vou escrever. Simplesmente escrevo, brinco, eu escrevo sem pensar. Sou mãe, tenho três filhos, Mithelli que está com 22 anos e os gêmeos de 13 anos. Parece meio óbvio dizer que são tudo que tenho, mas é isso. São meu tudo. Trabalho com segurança privada, minha especialização dentro da área veio depois de anos. É algo que gosto de fazer, assim como cozinhar. Sou uma mulher de gosto simples, porém, de opiniões fortes. Sigo minha vida de forma leve, aprendendo, caindo e levantando ancorada em minha fé. Sou umbandista com muito amor e só tenho a agradecer às minhas frenteiras. Elas me ensinaram que cair é inevitável mas ficar no chão é opcional. Essa sou eu, essa é Diovana Rodrigues.

"Quanto mais arte, menos violência. Quanto mais arte, mais consciência, menos ignorância."

COLETIVE ARTS, 07 ANOS DE VIDA,
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