O DIÁRIO DE UMA AMANTE

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HOJE:

No amor e na guerra vale tudo! 

Será mesmo?

Hoje trago a vocês um texto para reflexão, diante de tantas mortes que vivemos em nome no amor.

E, também trago este texto em forma de saudade do irmão.

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No amor e na guerra vale tudo, será mesmo que vale?

Brigas, confusões, mentiras e feitiços

Algumas pessoas não tem limite.

Mas será que há limites quando se ama?

Eu era uma criança quando um dos meus irmãos chegou em casa desesperado, chorando. Me procurando, eu estava como sempre em meu quarto. Naquela noite eu completava 15 anos e três dias depois seria minha festa. Não entendi o desespero dele, sentei na cama assustada o olhando enquanto ele chorava.

Em meio as lágrimas ele sussurrou: eu matei um homem! Ele repetia matei, matei.

Lembro que meus pais tentaram entrar para conversar, mas ele queria apenas falar comigo.

- Eu matei mana, ela me traiu e eu matei!

Eu não julguei, não disse nada na verdade eu so abracei ele.

Em prantos ele dizia que amava aquela mulher

Eu não entendia que amor era aquele que acabava com ele.

Ele me prometeu que em minha festa estaria, dançaria comigo depois se entregaria.

Assim ele fez.

Nunca entendi aquele amor, não seria mais fácil terminar?

Sofrer, mas deixar para trás.

Não sei até hoje o que ele pensou!

O amor tem dessas coisas, ou melhor nós seres humanos, achamos que o amor é isso. Obsessão, possessão loucura.

Muitas pessoas agem como se fossem donas do outro.

Meu irmão matou alguém que amou, a amada dele. Ambos perderam a vida.

E ela segue feliz vivendo sem nunca contar a verdadeira história.

Tenho uma conhecida que também traça guerras e mais guerras por amor.

Briga com toda e qualquer mulher que se aproxima do alecrim dourado dela, como se toda mulher fosse querê-lo e ele inocente seria seduzido.

Para mim está é uma guerra tola.

Não menos tola que viver fazendo feitiço para ter ao lado um marido, que na primeira oportunidade escapa, como chama de vela com brisa leve.

Há guerras por ciúmes, e destas posso falar já que eu não tenho ciúmes, mas os ciúmes me têm...

Com tudo de todas as loucuras que já vi em nome do amor, acho os ciúmes os mais inocentes. Com limites é claro.

A Amante nunca viveu essas guerras, nunca brigou por amor.

Embora ela já tenha sim amado.

Eu como pessoa já pensei sim, já tive ciúmes, já quis matar, já quis tocar feitiço.

Mas algo em mim ainda é normal.

Engulo o choro, escrevo minhas poesias e logo passa!

Porque o amor para mim deve ser livre, quem ama de verdade abre mão, mas abrir mão não é fácil. Deixar o outro ir, não é simples assim.

Entre fazer guerra em nome do amor, e simplesmente fazer amor, eu prefiro apenas fazer!

Afinal como diz a Amante: "transar qualquer uma transa! Mas aquela foda de respeito, não é para qualquer um."

Amantes são tolos apaixonados que vivem de momentos de paixão, onde fazem de minutos uma eternidade de tesão.

E não apenas tesão, mas também amor, carinho e companheirismo.

O que seria do mundo sem os amantes?

O amor é complicado mesmo, não posso dizer que amo da forma certa ou que alguém ama errado.

Porque como diz a Amante: "Meu certo e meu errado Não têm que ser como o seu."

Mas eu não mataria por amor.

Essa é uma guerra que considero perdida.

Todos perdem.

Meu irmão perdeu muito, aquele homem perdeu a vida. Ela perdeu de vez o caráter, 

Eu perdi meu irmão!

Chega a ser cômico dizer a vocês que foi ele que me ensinou a escrever e a primeira palavra que escrevi na vida, foi amor...

O amor sempre esteve em mim, as a guerra não!

É claro que luto por quem amo, mas luto com armas brandas e de cara limpa.

Eu erro e acerto, caio e levanto. Amo, me apaixono, escrevo e sigo.

Guerras deixo apenas para a cama, pois na cama eu mato e morro de desejos.




DIOVANA RODRIGUES

Me chamo Diovana, tenho 40 anos, me apaixonei pela poesia com 13 anos de idade, e desde então escrevo. A poesia se tornou uma psicóloga para mim, um diário de desabafo. Não consigo escrever sem meu coração mandar. Não sei simplesmente sentar e pensar no que vou escrever. Simplesmente escrevo, brinco, eu escrevo sem pensar. Sou mãe, tenho três filhos, Mithelli que está com 22 anos e os gêmeos de 13 anos. Parece meio óbvio dizer que são tudo que tenho, mas é isso. São meu tudo. Trabalho com segurança privada, minha especialização dentro da área veio depois de anos. É algo que gosto de fazer, assim como cozinhar. Sou uma mulher de gosto simples, porém, de opiniões fortes. Sigo minha vida de forma leve, aprendendo, caindo e levantando ancorada em minha fé. Sou umbandista com muito amor e só tenho a agradecer às minhas frenteiras. Elas me ensinaram que cair é inevitável mas ficar no chão é opcional. Essa sou eu, essa é Diovana Rodrigues.

"Quanto mais arte, menos violência. Quanto mais arte, mais consciência, menos ignorância."

COLETIVE ARTS, 07 ANOS DE VIDA,
SENDO A MAÇÃ DE ALGUNS,
O COLETIVE NÃO SE INTIMIDA,
O COLETIVE CRIA!


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para contar!

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1 Comentários

  1. Oi, Didia, sou a Isab. Sim, concordo, quem ama não sufoca, nao briga, não mata. Quem ama abre mão para ver a pessoa amada feliz. Quem ama se sacrifica em silêncio. Bjuuuu, garota.

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