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HOJE:
Um mar de emoções
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De tudo que possa ser falar da Amante, não podemos dizer que ela seja praiana, afinal ela sempre preferiu água doce. Passeios a cachoeiras sempre foram uma paixão. Mas vez que outra, quase sempre no término do verão ela ia a praia.
Não ia para se bronzear, ou ficar na areia tomando uma caipirinha. Não, o que ela gostava mesmo era de respirar o ar praiano. Ir cedo a beira mar e também a noite. Ela era apaixonada por contemplar a lua diante do mar. Ela se sentava na areia e ali esquecia do mundo.
Pensamentos
altos, algumas lágrimas pedidos e agradecimentos a Iemanjá.
Em
uma dessas noites já de outono o vento estava muito forte e ondas altas em Tramandaí
davam medo. Com tudo ela se sentou, conversou agradeceu e até chorou bastante.
Ela estava sozinha e a praia deserta.
Bom, ela pensou que estava pois naquele dia apenas um salva vidas estava ali. Unicamente porque esqueceu o celular e voltou para pegar.
Como estava frio e ventando muito ele estranhou aquela mulher na beira do mar. E ficou a olhando de longe sem ela perceber.
Ele
que estava acostumado a ver mulheres lindas na praia todos os dias, se parou
curioso olhando aquela mulher de cabelos longos, com um vestido branco cobrindo
os pés que acentuavam suas curvas com perfeição.
Em
um determinado momento a amante se levantou e caminhou até o mar, foi quando
ele se aproximou, mas não muito para que ela o visse.
De
longe ele a viu tirar as sandálias e puxar o vestido para não molhar.
Em plena noite de lua cheia diante dele, estava ela. O branco do vestido a luz da lua em frente ao mar trazia um mistério a ele.
Ela
foi entrando e as ondas foram vindo.
E
sem poder evitar caiu, ele se assustou e correu até ela.
Quando
se aproximou ela estava rindo, brincando disse:
- Acho
que a mãe está querendo me levar.
Ele
todo atencioso foi até ela ajudar.
Ela
agradeceu e pediu para ele ficar um pouco ali, pois ja que estava molhada iria
mergulhar.
Ele
disse, não! pois o mar não estava propício para banho.
Ela
o olhou dizendo:
- Bom,
já tem um salva vidas aqui.
Disse
isso e entrou, nem o vestido tirou apenas entrou no mar.
Ele
ficou atendo a cada movimento, mas ela não demorou.
Logo
saiu da água tremendo de frio.
O vestido molhado grudado no corpo, o perfume que a água salgada não levou, á luz da lua. O fizeram desejar aquela mulher.
Mesmo
com frio ela se sentou novamente na areia.
Então se apresentou ao rapaz.
Ele
perguntou porque ela estava ali.
Ela
então explicou que era naqueles momentos que ela gostava da praia, era uma
conexão com natureza. Um momento dela.
Ele
a convidou para ir comer um crepe e ela disse não, pois já voltaria a cidade.
Então
ele reparou que ela não havia levado outra roupa, então oferece uma toalha a
ela.
Ela
aceitou, e foi até a casa que havia alugado.
Conversaram
mais um pouco trocaram telefones, e ela partiu.
Três
semanas depois ela voltou.
E
se encontram na beira mar, novamente conversaram bastante, uma conversa leve,
companhia boa.
Ele então perguntou se ela iria entrar no mar. Ela disse sim.
Novamente
estava frio, e a lua minguante deixava a praia escura.
Ele
não teria a mesma visão.
Então
ela tirou o casaco que estava, a calça jeans e entrou de calcinha e sutiã
vermelhos.
Quando
saiu a renda da lingerie mostrou tudo que era para esconder.
Ela
sorriu e disse que não temia o frio, nem o vento.
Mas
que temia o mar, e respeitava muito por isso não ficava muito tempo na água.
Ele
então a pegou pela mão e a convidou para entrar com ele.
Tirou
a roupa e entrou com ela pela mão.
Ja
na água ele a beijou e sem sentir o frio da noite fizeram sexo dentro d'água
Ela
trançou as pernas em volta da cintura do rapaz e ele a penetrou.
Na
penumbra da noite se saciaram e gozaram juntos em harmonia.
Saíram
da água como entraram de mãos dadas.
Na
areia se amaram outras vez. Nas dunas rolaram e gozaram fazendo sexo oral em um
69 salgadinho.
Com
o sabor do mar.
Então
ele contou a ela que quando á viu pela primeira vez, se encantou e sonhou
diversas vezes com aquele vestido branco em seu corpo molhado.
Sem
dizer nada ela o beijou, se vestiu e deu adeus.
Ela
nunca mais voltou a Tramandaí, mas todo outono e inverno ele espera.
As
vezes pensa que foi sonho pois até o telefone ela mudou.
Sonhos,
ele segue sonhando com a mulher que saiu do mar com vestido branco.
E
ela segue sendo ela com seu jeitinho amante de ser!!
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| DIOVANA RODRIGUES |


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