O DIÁRIO DE UMA AMANTE

 

Página 01 AQUI   Página 07 AQUI

Página 02 AQUI  Página 08 AQUI

Página 03 AQUI  Página 09 AQUI

Página 04 AQUI  Página 10 AQUI

Página 05 AQUI  Página 11 AQUI

Página 06 AQUI  Página 12 AQUI  

Página 13 AQUI  Página 14 AQUI 

Página perdida do diário: AQUI

Página 15 AQUI  Página 16 AQUI

Página 17 AQUI  Página 18 AQUI

Página 19 AQUI  Página 20 AQUI    

Página 21 AQUI  Página 22 AQUI

Página 23 AQUI  Página 24 AQUI

Página 25 AQUI  Página 26 AQUI

Página 27 AQUI  Página 28 AQUI

Página 29 AQUI  Página 30 AQUI

Página 31 AQUI  Página 32 AQUI

Página 33 AQUI  Página 34 AQUI

Página 35 AQUI  Página 36 AQUI

Página especial AQUI

Página 37 AQUI  Página 38 AQUI

Página 39 AQUI  Página 40 AQUI

Página 41 AQUI  Página especial de aniversário AQUI

Página 42 AQUI  Página 43 AQUI

Página 44 AQUI  Página 45 AQUI

Página 46 AQUI  Página 47 AQUI

Página 48 AQUI  Página 49 AQUI

Página 50 AQUI  Página 51 AQUI

Página 52 AQUI  Página especial do dia Internacional da Mulher AQUI

Página 53 AQUI  Página 54 AQUI

Página 55 AQUI  Página 56 AQUI

Página 57 AQUI  Página 58 AQUI

Página especial AQUI Página 59 AQUI

Página 60 AQUI  Página 61 AQUI

Página 62 AQUI

HOJE:

Coração de mãe!

Nem toda mulher que pari é mãe. Isto é um fato!

A Amante era mãe, aquele tipo de mãe a moda antiga, mãe raiz.

Que briga, grita, e exige respeito.

Mãe que mima, que ajuda, que luta.

As vezes meio louca, mas mãe.

Daquelas que mata e morre pela cria.

Mãezona, tia boba ela era esse tipo de mulher.

Não tinha criança que não gostasse dela, e ela adorava crianças.

E foi o coração de mãe dela que fez ela surtar com um abusador.

##################################################################

Aquele tinha sido um dia normal de serviço.  Um dia corrido, onde ela mal tinha parado, mas mesmo cansada, tirou seu uniforme e vestiu uma roupa leve, para fazer caminhada.

E durante a caminhada viu uma menina sentada no cordão de uma calçada chorando.

Ao lado dela tinta duas sacolas de roupa.

A Amante passou olhou, e voltou.

Aquela menina parecia ter entre 16 ,17 anos uma menina bonita com roupas simples, mas bem limpinhas.

A Amante voltou, sentou ao lado da menina e perguntou porque ela chorava.

Sem dizer nada a menina se abraçou nela e chorou.

Chorou de soluçar.

A Amante então levou a menina para casa.

Fez lhe um café, e começou a conversar.

A menina tinha de fato 16 anos.

Foi abandonada pela mãe e era criada pela avó.

Soluçando ela dizia, que sua mãe nunca a quis, e por isso sua vó a criou.

Sua vó era viúva a muitos anos, mas quando ela tinha 10 anos a vó conheceu um homem muito mais novo se apaixonou e casou.

A menina contou, que tudo mudou. Pois a vó fazia todas as vontades daquele homem.  E a ele entregará todo dinheiro que ganhava e também a pensão do avô.

Com chegada dele na casa, ela passou a ter menos espaço, a comer menos, e passou a ser vista como empregada.

Quando ela completou 12 anos, já era mocinha, já tinha peitos e o corpo de mulher estava se formando.

E um dia ela acordou com o marido da avó, olhando para ela e se masturbando.

Ela não entendeu.

Era inocente demais, e aquilo aconteceu muitas vezes.

E no dia do seu aniversário de 13 anos a avó saiu para buscar um bolo de aniversário para ela.

Ela ficou sozinha com ele.

Ele então disse que tinha uma surpresa pra ela de aniversário.

Ela ficou contente, e ele a mandou fechar os olhos e abrir a boca.

Ela que adorava chocolate pensou que era seu chocolate preferido.

Mas não, era o pênis dele.

Ele a forçou e ameaçou matar ela e a vó se ela contasse a alguém.

Quando a vó voltou, ela estava triste, mas não contou nada.

A vó perguntou o que tinha acontecido.

E ele então falou que ela provavelmente estava com algum namoradinho na escola e estava com saudade.

A vó brigou com ela, pois 13 anos não é idade de namorar.

Ela se trancou no quarto e chorou.

Três dias depois a vó saiu para fazer compras, ela se fechou no quarto e fingiu estar dormindo.

Mas ele entrou começou a tocar em seu corpo.

E ela quietinha rezava para alguém chegar.

Ele tirou sua roupa abriu suas pernas e começou a se masturbar olhando-a.

Mas ela começou a chorar, e aquelas lágrimas não causaram pena, provocaram desejo, desejo de machucar.

Então ele a penetrou.

Quanto mais ela pedia pra parar, mais era estuprada.

Novamente foi ameaçada.

E se calou.

O homem que era para ser o símbolo masculino para ela, já que não tinha nem pai, nem avô, virou um monstro.

E aquilo continuou a acontecer.

A vó nunca desconfiou.

Ela era machucada, humilhada.

E as vezes espancada.

Com 16 anos ela não aguentou mais, pois ele a obrigou a fazer sexo anal com ele.

Então ela contou tudo a avó, pediu ajuda, falou que estava machucada. Mas a avó bateu nela, dizendo que sabia que ela estava seduzindo seu marido a tempo e que ele coitado era a vítima.

A avó a expulsou de casa, e a deixou levar apenas duas sacolinhas de roupa.

Ela ja estava a 5 dias nas ruas. A um mês longe da vó.

Posou algumas noites com amigas, mas não quis incomodar as famílias, por isso foi para rua.

Para ter o que comer fez serviço de faxina, e limpeza e até em lojas pediu emprego.

No dia em que a amante a encontrou ela não tinha onde posar, estava frio e ela estava com fome.

Seu estômago doía, sentindo falta de comida, mas o que mais doía era seu coração.

Saudade vó, da mulher que foi sua mãe.

Perguntas sem respostas, porque.

Porque minha mãe não me quis, porque minha vó, não acreditou.

Por que ele fez isto.

Porque nasci???

A amante ouviu tudo atentamente.

Levou a menina para tomar banho, e lhe deu roupas quentes.

Fez uma janta gostosa

E colocou a menina para dormir.

Logo chamou suas amigas e pediu ajuda, pediu doações.

No outro dia ela saiu com menina, conversou muito e disse que iria ajudar.

Propôs a menina que ela morasse em uma casa pequena de aluguel, e trabalhasse meio turno, para estudar no turno inverso.

Ela ajudaria com o aluguel e contas da casa.

Com seus amigos e amigas conseguiu mobilhar a casa.

Conseguiu, comidas e cobertas.

A menina estava feliz.

A amante a levou ao médico e todos os dias tirava uma hora para ver a menina.

Passados dois meses, tudo estava perfeito.

Mas não para a Amante, afinal ela precisava se vingar.

Ela se aproximou da avó e assim do marido da vó.

Ela procurou a avó para falar que a menina estava com ela, mas a avó não deu importância.

Mas serviu um café a ela, e durante o café, enquanto estava na casa ela ficou seduzindo o marido da vó.

Deixou-o louco de tesão.

Ela se sentou na frente dele de saia e sem calcinha, cruzava e descruzava as pernas.

Passava a mão pelo corpo, olhava com desejo e malícia.

E quando a vó foi a banheiro, ela se levantou pegou no pênis do homem e disse que esperava ele no campo próximo da casa.

Pegou a mão do homem e colocou em sua vagina quente e molhada.

Dizendo vem me comer, deixa essa velha quero essa pica latejando dentro de mim.

Quando a vó saiu do banheiro.

A Amante já tinha saído.

Então o marido da vó inventou uma desculpa e saiu.

Encontrou a Amante no local combinado.

A amante nua, se esfregou nele e ele se enlouqueceu de tesão.

A amante chupou se pênis e o levou até uma árvore ficou de costas, empinou a bunda e chamou,

- Me come! Vem agora me come!

Ele foi, e quando chegou perto a Amante pegou um taco que já tinha escondido e bateu em sua cabeça.

Quando ele o acordou estava nu, amarrado na árvore.

A amante queimou seus mamilos e pelos com um isqueiro.

Com a dor ele chorou.

Então a amante disse para ele lembrar que as lágrimas da menina deram tesão a ele.

E estavam dando a ela.

Ela tinha levado um pênis de borracha de 27 centímetros.

Ela colocou nele, ele sangrou chorou e gritou.

Depois a amante não contente cortou seu pênis e seus testículos em 3 lugares, ela queria que ele sentisse dor.

Então em cima dos cortes colocou sal e pimenta.

E deixou ele ali.

Voltou a casa da vó, chamou a vó de velha sem vergonha.

Sem caráter, que trocou a neta que só tinha ela, por um macho abusador.

Ela não bateu na velha por pena.

Mas acionou todos os órgãos possíveis.

Nossas leis são falhas, ele não foi preso, mas vai pagar o processo.

A vó perdeu o marido, e também a pensão.

A menina está feliz trabalhando, estudando e namorando.

A amante, está feliz também certa que fez a coisa certa.

Mas vez que outra ela pensa poderia ter castrado ele.

A menina que não teve mãe e perdeu a vó, ganhou uma madrinha.

##################################################################

Hoje escrevo este texto em minha página para lembrar que todos os dias temos meninas inocentes sofrendo abusos dentro de suas casas.

Na maioria das vezes por familiares, vizinhos ou conhecidos.

Mães, avós, tias não acreditam ou fingem não acreditar.

Saem em defesa desses monstros.

Umas por medo, outras por carência.

E outras simplesmente porque são ruins.

Mas ainda temos muitas amantes por aí, mulheres fortes e determinadas com coração de mãe!


DIOVANA RODRIGUES

Me chamo Diovana, tenho 40 anos, me apaixonei pela poesia com 13 anos de idade, e desde então escrevo. A poesia se tornou uma psicóloga para mim, um diário de desabafo. Não consigo escrever sem meu coração mandar. Não sei simplesmente sentar e pensar no que vou escrever. Simplesmente escrevo, brinco, eu escrevo sem pensar. Sou mãe, tenho três filhos, Mithelli que está com 22 anos e os gêmeos de 13 anos. Parece meio óbvio dizer que são tudo que tenho, mas é isso. São meu tudo. Trabalho com segurança privada, minha especialização dentro da área veio depois de anos. É algo que gosto de fazer, assim como cozinhar. Sou uma mulher de gosto simples, porém, de opiniões fortes. Sigo minha vida de forma leve, aprendendo, caindo e levantando ancorada em minha fé. Sou umbandista com muito amor e só tenho a agradecer às minhas frenteiras. Elas me ensinaram que cair é inevitável mas ficar no chão é opcional. Essa sou eu, essa é Diovana Rodrigues.

"Quanto mais arte, menos violência. Quanto mais arte, mais consciência, menos ignorância."

08 ANOS DE VIDA DEDICADOS 
À ARTE E CULTURA!


SIGA-NOS EM NOSSAS REDES SOCIAIS:
Sempre algo interessante
para contar!

Postar um comentário

0 Comentários