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HOJE:
Quão imaginária pode ser a mente humana?
Quanto
nossos pensamentos nos enganam durante nossas vidas?
Quanto
nos deixamos levar pela ilusão, pela imaginação?
Bom, minha imaginação é de fato fértil e sexual se não fosse assim não teríamos este Diário.
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Pouco
a pouco conhecemos a vida da Amante, suas rotinas, passeios, fragilidades e
problemas do dia a dia.
Nem
tudo é o que parece, as vezes ficamos cobiçando a grama do vizinho sem saber
que é artificial.
Outras
vezes desejamos ter o mesmo gramado, sem ter o mesmo trabalho de cuidar e
cultivar.
A
amante era uma mulher cobiçada, mesmo com o passar do tempo por onde seguia
despertava interesse e curiosidade.
As
novas amizades se interessavam pela inteligência, pelas experiências de vida.
Era normal por onde ela fosse conquistar as pessoas.
Sem
esforço algum, e mantendo suas opiniões se tornava admirada.
Para
a Amante educação e respeito era tudo.
Sim
era sim, não era não. Não havia meio termo. Neutro para ela era apenas xampu.
E
ela fazia isso com doçura e firmeza.
Para
os homens seu jeito trazia mistério.
O
olhar de sedução escondia muito. Calada ela observada tudo ao seu redor.
Os
homens quando a conheciam ficavam desejando conhecer mais.
Aquela
mulher de olhar sedutor, tinha um misto de princesa e bruxa.
E
os lábios, os homens ficavam imaginando seus lábios em beijos quentes, passando
por seus corpos e principalmente em seus pênis.
A
imaginação traia até o mais ingênuo dos homens. “O que ela faz com aquela boca?”
É,
ela usava mesmo a boca, os lábios carnudos em forma de coração sempre vermelhos,
beijavam muito, o beijo de língua demorado despertava para o sexo.
A
língua que passava pelos mamilos descia até os testículos.
E
subia lentamente, molhando as costuras dos sacos.
Lábios
e língua se faziam aliados das mãos que logo seguravam com força e jeito o
pênis pronto pra ser sugado.
Lambuzado,
ah ela adorava lambuzar as cabecinhas.
Os
homens poderiam imaginar
Mas
só aquele que a possuísse em um ato sexual, teria certeza
Que
seu corpo era quente, macio e desejável.
A
ilusão poderia ser grande.
Mas
não tão grande quanto a loucura de se perder em suas curvas.
O
toque delicado, o olhar de malícia.
A
liberdade de fazer o que tivesse vontade na cama.
Cama,
a Amante nunca precisou de cama.
Todo
lugar era lugar, não tinha hora, se tivesse desejo.
Desejo,
imaginação...
A
Amante tinha o dom do despertar. De fazer os homens sonhar com ela, se
masturbar pensando nela.
Mas
sonho não é realidade.
Em
sonhos eles não conseguiram sentir o quão quente e apertada sua vagina era.
Em
sonhos eles não saberiam que para ela sexo anal se faz todo dia.
Que
sentar colocando o pênis em seu cuzinho a fazia delirar de tesão.
E
que masturbar seu clitóris enquanto pedia pra ser socada com força era surreal.
Que
gozar juntos não tem explicação.
A
amante despertava curiosidade, fazia alguns homens sonhar, e também algumas
mulheres.
Ela
sabia disso, sabia quem era.
E
sozinha sorria, pois nem toda imaginação do mundo seria o suficiente.
Afinal
transar todo mundo transa.
Mas
nem sempre somos bons.
As
vezes temos química com uns, e outros não.
Nem
tudo que dá prazer a uma mulher dá a outra.
E
isto é normal.
Somos
seres humanos distintos sem igual por isso somos únicos.
E
a Amante sabia disso.
Sou
sem cópias ela dizia.
Não
quero ser igual a ninguém, e ninguém pode ser igual a mim.
E
é claro que ela também se imaginava com alguns homens, sonhava.
Acordava
ofegante desejando ser amada, socada.
A
imaginação tem um poder gigantesco.
É bom sonhar, mas digo a vocês que tudo que sonhamos podemos realizar...
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| DIOVANA RODRIGUES |



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