O DIÁRIO DE UMA AMANTE

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HOJE:

Vocês já ouviram dizer que a inveja mora ao lado?

Minha vó sempre dizia: “que a inveja era muito pior que rogar praga ou fazer feitiço, a inveja mata!”

Hoje vou contar a vocês uma história de inveja, mas essa não morava ao lado, trabalhava junto!

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Como sempre digo a vocês a Amante era uma mulher comum, era uma mulher vaidosa como muitas outras, inteligente e levava com ela uma certa sedução no olhar que despertava o interesse masculino e as vezes inveja nas mulheres.

Certa vez em seu trabalho contrataram uma mulher mais jovem que ela, que não era da mesma profissão, mas era colega de empresa.

Até aí tudo bem.

A Amante nunca foi uma mulher de competição, por que para ela toda mulher era bonita, bastava se cuidar.  Não competia e ainda brincava dizendo:

 - Não entro em competição, não quero ser igual a ti, e tu não pode ser igual a mim.

A Amante não desdenhava de outras mulheres, não julgava roupa ou corpo. Pois todas nós somos belas de alguma forma.

Mas infelizmente muitas mulheres tem mania de competir, tentar imitar e muitas vezes desdenhar falando mal, apenas para não admitir que a outra mulher é ou está bonita.

Essa colega nova tinha esse problema, por defeito nas outras mulheres, e depois copia-las.

Quando a Amante a conheceu logo percebeu isso, mas colegas são colegas. Ela sempre separou muito bem as relações.

Na empresa respeitava todos da mesma forma. E amizades, apenas fora do vínculo trabalhista. Colega não era amiga!

Com o passar do tempo a jovem começou a se aproximar da Amante.

Logo passou a usar os cabelos para o lado. Como a Amante usava.

Como suas unhas não cresciam muito, passou a usar alongamentos. Sempre usando esmaltes vermelhos combinando com o batom.

A amante então resolveu trocar os tons de esmaltes e batons, mas ela também trocou.

Mudou a maquiagem marcando sempre o olhar.

E por falar em olhar, ela tentava olhar da mesma forma que a Amante. Mas isso era impossível, afinal aquele olhar cheio de mistérios, da cor da noite, era único.

O olhar que sempre desarmou os homens, não era fácil de se copiar.

Até mesmo as roupas ela passou a mudar.

Sempre que via algo novo na Amante, corria para comprar igual.

Quando descobriu que a Amante amava cozinhar, passou a fazer um curso de culinária. Aquilo já estava incomodando a Amante, mas ela jamais desceria ao nível de competição.

Logo então ficou mais próxima da jovem, fazia elogios e dava toques de beleza.

Um dia entre mulheres da empresa começaram a falar de sexo.

Então a Amante contou que amava fazer sexo anal na chuva e dentro d'água. Contou que gozava chupando sem se tocar, porque era delicioso para ela sugar um pênis, lamber as bolas e fazer os homens enlouquecerem.

Intrigada com o que estava ouvindo a jovem perguntou sobre posições. Então a amante falou que adorava cavalgar, fazer de pé.

Mas nada se comparava a ficar de quatro com os peitos sobre os travesseiros e a bunda bem empinada para assim, o pênis ir mais fundo e ela poder tocar em seu clitóris. A Amante vendo o interesse da jovem, falou da sua sede por leite, dizendo que lambia até a última gota de gozo. Olhando o homem nos olhos, para ele ver no olhar dela o desejo a queimando.

A jovem ouviu tudo atentamente.

Foi para casa e contou ao marido, que logo imaginou tudo. E no fim da noite tentaram fazer.

O erro dela foi ter mostrado uma foto da amante.

Através da foto ela despertou nele a curiosidade sobre a tal mulher de lábios cor do carmim, unhas longas e desejos loucos.

De volta ao trabalho tudo que a Amante fazia, a jovem imitava.

Tinha ciúmes quando a Amante era elogiada e sempre tentava se mostrar e diminuir outras mulheres. Ela sempre seria a mais, mais[U1] .

Com isso muitas mulheres se afastavam dela.

Outras tinham pena.

Mas a Amante ligava o fodasse para ela.

Afinal ela poderia fazer de tudo pra ser igual, mas jamais seria.

A história foi longe, e um dia durante uma festa da empresa ela levou o marido.

Quando chegaram ela foi apresentar a Amante.

O homem parou olhando devagar aquela mulher de estatura média usando botas de salto alto, mine saia  branca  e camisete vermelha, assim como as unhas e o batom, cabelos para lado e um olhar misto de insanidade e sedução.

Ele parou a olhando dos pés à cabeça, desenhado as curvas dela em sua mente.  Quando chegou nos olhos ela o olhava fixamente.

Ela sorriu, o deixando com vergonha.

Olhou para a jovem que também a olhava, porém com desdém cara de nojo, olhar de inveja.

A Amante virou as costas e saiu.

Em seguida soube que a jovem estava falando mal dela. Falando de suas roupas.

Ela respirou fundo e seguiu até o banheiro para retocar a maquiagem.

Chegando lá viu a jovem procurando em uma loja virtual a mesma bota que ela usava.

Aquilo despertou o pior da Amante.

Mas ela apenas olhou e saiu.

Logo deu de frente com o marido da colega, que ofereceu a ela uma cerveja.

Ela aceitou e foram até o jardim tomar a cerveja e conversar.

Logo ele já disse a ela que ela era o assunto principal em sua casa. Que de todas as mulheres da empresa a Amante era de quem sua esposa mais falava.

A Amante olhou pra ele, tomou um gole de cerveja sorriu discretamente brincando, ela é minha fã.

O marido sem jeito completou dizendo que ela falava mal

Então a Amante sorriu novamente, desta vez rindo alto disse:

- É uma fã revoltada, mas ainda uma fã!!

Aquele homem não era bonito, mas também não era feio. Era rústico, beleza peculiar, mas com um corpo atrativo.

Ele falou para a Amante que sua esposa tinha inveja de suas irmãs e primas. E que tudo que via em outras casas e pessoas desejava para ela.

A Amante então disse a ele que isto era digno de pena.

Ele completou falando sobre a Amante sobre a beleza, sobre as roupas sobre a inteligência.

Dizendo também que ela deveria ter cuidado, pois devido a inveja sua esposa tramava fofocas e maldades pelas costas da Amante. Ele ainda salientou que ela não fazia por mal.

A Amante então apenas o olhou.

Caminhou até a sombra da luz, ficou de costas salientando suas curvas a meia luz. A mine saia branca mostrava delicadamente o fio dental. O vento que bateu em seus cabelos, também abriu um botão do camisete, mostrando os seios volumosos e arredondados da Amante.

Aquela silhueta a meia luz, o vento revelando sua intimidade e o perfume que embriagava fez aquele homem desejar a Amante.

Ele se aproximou dela, e ela se virou para ele. O olhou nos olhos e abriu um botão a mais em seu camisete.

Ela continuou o olhando, e sem desviar o olhar tirou o fio dental, pegou e colocou próximo ao nariz do homem para ele cheirar. Ele pegou de suas mãos e cheirou, fechando os olhos, passando a língua. Enquanto isto a Amante pegou seu pênis sobre as calças, vendo que estava muito duro.

Então ela o empurrou, ele caiu sentado. A Amante então abriu seu zíper e sentou em seu pênis.

Na hora ele quase gritou, pois não esperava uma vagina tão quente e apertada. A Amante então colocou seu fio dental dentro da boca do homem. Mandando-o se calar.

Cavalgou em seu pênis

E o fez gozar, depois tirou o fio de sua boca, e o fez a chupar, esfregando seu clitóris nele.

Assim ela gozou.

E durante seu gozo ele a penetrou de novo, desta vez de quatro, com a saia erguida.

De pé a amante pediu para ser socada, comida com força sem dó.

Ele obedeceu.

E gozaram duas vezes mais.

Logo depois a Amante se despediu dele e voltou para a festa, onde a colega procurava pelo marido.

Logo deu adeus a todos e saiu.

Ficou sendo assunto da colega. Que pouco a pouco foi ficando só. Pois ninguém mais queria ouvi-la. Todos sabiam que ela falava de todos.

Já em casa com o marido percebeu que ele estava diferente. Os dias passaram e ele pediu a separação.

Logo então ela foi demitida.

Tanto fez, que virou um tanto faz na empresa e em seu casamento. Ela estava tão focada em derrubar os outros, que se esqueceu de se cuidar. A inveja prejudicava sim as pessoas.

Fazia mal, trazia doenças, dores, objetos e móveis das casas se estragavam. Animais de estimação morriam por conta do olho grande. Mas tudo isso era passageiro o pior mal, ficava dentro dela, com ela

Em uma vida mesquinha, vazia sem luz.

Ela teve duas opções, invejar e transformar isto em uma coisa boa, para ela evoluir.

Ou invejar e desejar o pior para as pessoas.

Ela fez a escolha dela e quem perdeu foi ela.

Seu marido agora ex, ficou com uma lembrança eterna daquela mulher invejável e única!!!


DIOVANA RODRIGUES

Me chamo Diovana, tenho 40 anos, me apaixonei pela poesia com 13 anos de idade, e desde então escrevo. A poesia se tornou uma psicóloga para mim, um diário de desabafo. Não consigo escrever sem meu coração mandar. Não sei simplesmente sentar e pensar no que vou escrever. Simplesmente escrevo, brinco, eu escrevo sem pensar. Sou mãe, tenho três filhos, Mithelli que está com 22 anos e os gêmeos de 13 anos. Parece meio óbvio dizer que são tudo que tenho, mas é isso. São meu tudo. Trabalho com segurança privada, minha especialização dentro da área veio depois de anos. É algo que gosto de fazer, assim como cozinhar. Sou uma mulher de gosto simples, porém, de opiniões fortes. Sigo minha vida de forma leve, aprendendo, caindo e levantando ancorada em minha fé. Sou umbandista com muito amor e só tenho a agradecer às minhas frenteiras. Elas me ensinaram que cair é inevitável mas ficar no chão é opcional. Essa sou eu, essa é Diovana Rodrigues.

"Quanto mais arte, menos violência. Quanto mais arte, mais consciência, menos ignorância."

08 ANOS DE VIDA DEDICADOS 
À ARTE E CULTURA!


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