![]()
Página perdida do diário: AQUI
Página especial AQUI
Página 41 AQUI Página especial de aniversário AQUI
Página 52 AQUI Página especial do dia Internacional da Mulher AQUI
Página especial AQUI
HOJE:
Vocês
já ouviram dizer que a inveja mora ao lado?
Minha
vó sempre dizia: “que a inveja era muito pior que rogar praga ou fazer feitiço,
a inveja mata!”
Hoje
vou contar a vocês uma história de inveja, mas essa não morava ao lado, trabalhava
junto!
##################################################################
Como
sempre digo a vocês a Amante era uma mulher comum, era uma mulher vaidosa como
muitas outras, inteligente e levava com ela uma certa sedução no olhar que
despertava o interesse masculino e as vezes inveja nas mulheres.
Certa
vez em seu trabalho contrataram uma mulher mais jovem que ela, que não era da
mesma profissão, mas era colega de empresa.
Até
aí tudo bem.
A
Amante nunca foi uma mulher de competição, por que para ela toda mulher era
bonita, bastava se cuidar. Não competia e
ainda brincava dizendo:
- Não entro em competição, não quero ser igual
a ti, e tu não pode ser igual a mim.
A
Amante não desdenhava de outras mulheres, não julgava roupa ou corpo. Pois
todas nós somos belas de alguma forma.
Mas
infelizmente muitas mulheres tem mania de competir, tentar imitar e muitas
vezes desdenhar falando mal, apenas para não admitir que a outra mulher é ou
está bonita.
Essa
colega nova tinha esse problema, por defeito nas outras mulheres, e depois copia-las.
Quando
a Amante a conheceu logo percebeu isso, mas colegas são colegas. Ela sempre
separou muito bem as relações.
Na
empresa respeitava todos da mesma forma. E amizades, apenas fora do vínculo trabalhista.
Colega não era amiga!
Com
o passar do tempo a jovem começou a se aproximar da Amante.
Logo
passou a usar os cabelos para o lado. Como a Amante usava.
Como
suas unhas não cresciam muito, passou a usar alongamentos. Sempre usando
esmaltes vermelhos combinando com o batom.
A
amante então resolveu trocar os tons de esmaltes e batons, mas ela também
trocou.
Mudou
a maquiagem marcando sempre o olhar.
E
por falar em olhar, ela tentava olhar da mesma forma que a Amante. Mas isso era
impossível, afinal aquele olhar cheio de mistérios, da cor da noite, era único.
O
olhar que sempre desarmou os homens, não era fácil de se copiar.
Até
mesmo as roupas ela passou a mudar.
Sempre
que via algo novo na Amante, corria para comprar igual.
Quando
descobriu que a Amante amava cozinhar, passou a fazer um curso de culinária.
Aquilo já estava incomodando a Amante, mas ela jamais desceria ao nível de
competição.
Logo
então ficou mais próxima da jovem, fazia elogios e dava toques de beleza.
Um
dia entre mulheres da empresa começaram a falar de sexo.
Então
a Amante contou que amava fazer sexo anal na chuva e dentro d'água. Contou que
gozava chupando sem se tocar, porque era delicioso para ela sugar um pênis,
lamber as bolas e fazer os homens enlouquecerem.
Intrigada
com o que estava ouvindo a jovem perguntou sobre posições. Então a amante falou
que adorava cavalgar, fazer de pé.
Mas
nada se comparava a ficar de quatro com os peitos sobre os travesseiros e a
bunda bem empinada para assim, o pênis ir mais fundo e ela poder tocar em seu
clitóris. A Amante vendo o interesse da jovem, falou da sua sede por leite,
dizendo que lambia até a última gota de gozo. Olhando o homem nos olhos, para
ele ver no olhar dela o desejo a queimando.
A
jovem ouviu tudo atentamente.
Foi
para casa e contou ao marido, que logo imaginou tudo. E no fim da noite
tentaram fazer.
O
erro dela foi ter mostrado uma foto da amante.
Através
da foto ela despertou nele a curiosidade sobre a tal mulher de lábios cor do carmim,
unhas longas e desejos loucos.
De
volta ao trabalho tudo que a Amante fazia, a jovem imitava.
Tinha
ciúmes quando a Amante era elogiada e sempre tentava se mostrar e diminuir
outras mulheres. Ela sempre seria a mais, mais[U1] .
Com
isso muitas mulheres se afastavam dela.
Outras
tinham pena.
Mas
a Amante ligava o fodasse para ela.
Afinal
ela poderia fazer de tudo pra ser igual, mas jamais seria.
A
história foi longe, e um dia durante uma festa da empresa ela levou o marido.
Quando
chegaram ela foi apresentar a Amante.
O
homem parou olhando devagar aquela mulher de estatura média usando botas de
salto alto, mine saia branca e camisete vermelha, assim como as unhas e o
batom, cabelos para lado e um olhar misto de insanidade e sedução.
Ele
parou a olhando dos pés à cabeça, desenhado as curvas dela em sua mente. Quando chegou nos olhos ela o olhava
fixamente.
Ela
sorriu, o deixando com vergonha.
Olhou
para a jovem que também a olhava, porém com desdém cara de nojo, olhar de
inveja.
A
Amante virou as costas e saiu.
Em
seguida soube que a jovem estava falando mal dela. Falando de suas roupas.
Ela
respirou fundo e seguiu até o banheiro para retocar a maquiagem.
Chegando
lá viu a jovem procurando em uma loja virtual a mesma bota que ela usava.
Aquilo
despertou o pior da Amante.
Mas
ela apenas olhou e saiu.
Logo
deu de frente com o marido da colega, que ofereceu a ela uma cerveja.
Ela
aceitou e foram até o jardim tomar a cerveja e conversar.
Logo
ele já disse a ela que ela era o assunto principal em sua casa. Que de todas as
mulheres da empresa a Amante era de quem sua esposa mais falava.
A
Amante olhou pra ele, tomou um gole de cerveja sorriu discretamente brincando,
ela é minha fã.
O
marido sem jeito completou dizendo que ela falava mal
Então
a Amante sorriu novamente, desta vez rindo alto disse:
-
É uma fã revoltada, mas ainda uma fã!!
Aquele
homem não era bonito, mas também não era feio. Era rústico, beleza peculiar,
mas com um corpo atrativo.
Ele
falou para a Amante que sua esposa tinha inveja de suas irmãs e primas. E que
tudo que via em outras casas e pessoas desejava para ela.
A
Amante então disse a ele que isto era digno de pena.
Ele
completou falando sobre a Amante sobre a beleza, sobre as roupas sobre a
inteligência.
Dizendo
também que ela deveria ter cuidado, pois devido a inveja sua esposa tramava
fofocas e maldades pelas costas da Amante. Ele ainda salientou que ela não
fazia por mal.
A
Amante então apenas o olhou.
Caminhou
até a sombra da luz, ficou de costas salientando suas curvas a meia luz. A mine
saia branca mostrava delicadamente o fio dental. O vento que bateu em seus
cabelos, também abriu um botão do camisete, mostrando os seios volumosos e
arredondados da Amante.
Aquela
silhueta a meia luz, o vento revelando sua intimidade e o perfume que
embriagava fez aquele homem desejar a Amante.
Ele
se aproximou dela, e ela se virou para ele. O olhou nos olhos e abriu um botão
a mais em seu camisete.
Ela
continuou o olhando, e sem desviar o olhar tirou o fio dental, pegou e colocou
próximo ao nariz do homem para ele cheirar. Ele pegou de suas mãos e cheirou,
fechando os olhos, passando a língua. Enquanto isto a Amante pegou seu pênis
sobre as calças, vendo que estava muito duro.
Então
ela o empurrou, ele caiu sentado. A Amante então abriu seu zíper e sentou em
seu pênis.
Na
hora ele quase gritou, pois não esperava uma vagina tão quente e apertada. A Amante
então colocou seu fio dental dentro da boca do homem. Mandando-o se calar.
Cavalgou
em seu pênis
E
o fez gozar, depois tirou o fio de sua boca, e o fez a chupar, esfregando seu
clitóris nele.
Assim
ela gozou.
E
durante seu gozo ele a penetrou de novo, desta vez de quatro, com a saia erguida.
De
pé a amante pediu para ser socada, comida com força sem dó.
Ele
obedeceu.
E
gozaram duas vezes mais.
Logo
depois a Amante se despediu dele e voltou para a festa, onde a colega procurava
pelo marido.
Logo
deu adeus a todos e saiu.
Ficou
sendo assunto da colega. Que pouco a pouco foi ficando só. Pois ninguém mais
queria ouvi-la. Todos sabiam que ela falava de todos.
Já
em casa com o marido percebeu que ele estava diferente. Os dias passaram e ele
pediu a separação.
Logo
então ela foi demitida.
Tanto
fez, que virou um tanto faz na empresa e em seu casamento. Ela estava tão
focada em derrubar os outros, que se esqueceu de se cuidar. A inveja
prejudicava sim as pessoas.
Fazia
mal, trazia doenças, dores, objetos e móveis das casas se estragavam. Animais
de estimação morriam por conta do olho grande. Mas tudo isso era passageiro o
pior mal, ficava dentro dela, com ela
Em
uma vida mesquinha, vazia sem luz.
Ela
teve duas opções, invejar e transformar isto em uma coisa boa, para ela
evoluir.
Ou
invejar e desejar o pior para as pessoas.
Ela
fez a escolha dela e quem perdeu foi ela.
Seu marido agora ex, ficou com uma lembrança eterna daquela mulher invejável e única!!!
DIOVANA RODRIGUES

0 Comentários